Não tenho aqui a pretensão de explicar a juventude, nem de dar conselhos sobre os movimentos. Mas o contexto dá para delinear. Há tempos ajudei a organizar um livro para as Nações Unidas, Cities for Children, ou seja, cidades para crianças. Recusaram o título que eu propus inicialmente, que era “Administrando as Cidades como se as Crianças fossem Importantes”. [1] A realidade é que crianças e jovens representam um terço da população, mas as políticas urbanas foram organizadas para a faixa etária superior, e para as elites. Não se trata de 20 centavos, trata-se de um saco cheio generalizado com o caos urbano gerado, que transtorna a qualidade de vida das pessoas, e dos jovens em particular. (L. Dowbor) - - - - - - - - - [1] Cities for Children, ideias sobre como poderiam ser organizadas as cidades se levássemos em conta as crianças. Sheridan Bartlett et al., Cities for Children, Earthscan, London 1999 www.earthscan.co.uk
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