Artigos por Ladislau Dowbor

Ladislau Dowbor – Los irresponsables en el poder – Revista Dialogos Del Sur – fev. 2017 (4p.)

La política económica del gobierno está basada en una inmensa farsa: la de que las políticas redistributivas de la era progresista quebraron el país mientras el nuevo poder, con banqueros en el control del dinero, io van a reconstruir. Según en cuento, como una buena ama de casa, van a enseñar responsabilidad, gastar solamente aquello que se gana. La gran realidad es que son los intereses extorsionados por los banqueros que generaron la brecha. La buena ama de casa que nos gobierna se ha juntado a los banqueros y está aumentando el déficit.
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Ladislau Dowbor – Financing sustainability: where has all the money gone? – jan. 2017 – 21 p.

Financial flows have been cornered to serve financial intermediaries, instead of serving sustainable development. If we do not face this challenge, no amount of discussions will help. It is not a question of sequestering the villa in Nice, but of generating rules of the game where the staggering amount of unproductive money is put back to work for society, and for the earth, and for the future generations. In this paper, we shall concentrate on the concrete example of how financial intermediaries in Brazil have stalled 20 years of progress, and thrown the country into recession.
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A explosão da economia compartilhada – entrevista Dowbor – Gazeta Mercantil – jan. 2017 (2p.)

"Estamos assistindo a uma nova forma de organização econômica, baseada em uma mudança do paradigma tecnológico. Antes, a economia dependia do produtor, do intermediário e do consumidor. Esse paradigma agora se descola completamente. A conectividade possibilita a intersecção dos vários agentes econômicos”. Confira a entrevista de Dowbor para a jornalista Rita Lisauskas, da Gazeta Mercantil, sobre economia compartilhada.
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Ladislau Dowbor – Articulações em rede na era do conhecimento – 27p.

Estamos entrando numa era de mudanças sistêmicas aceleradas. As tecnologias estão transformando o planeta, as relações de trabalho, as formas de remuneração, o conceito de propriedade. O ponto de partida é que o principal fator de produção hoje, o conhecimento, é indefinidamente reproduzível, seu uso não reduz o estoque. Abre-se a era da gratuidade. Acrescente-se a conectividade planetária nesta era do virtual, com os seus algoritmos e plataformas colaborativas, e temos outro universo em construção. Mas as regras do jogo são as que foram herdadas da era da dominância da produção material do século passado, o que gera uma erosão da governança. Nas mudanças, entram em choque os interesses. Indivíduos ou pequenas empresas podem expandir o trabalho em rede, mas gigantes corporativos passaram a desarticular as economias nacionais. Multiplicam-se os bancos comunitários de desenvolvimento e o crédito colaborativo, mas os bancos nos impõem novas formas de exploração. Expande-se a produção científica e cultural de acesso aberto, mas multiplicam-se os sistemas de bots que tentam controlar o que publicamos. Traçamos algumas das principais linhas de mudança para uma sociedade aberta, colaborativa e articulada em rede.
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Ladislau Dowbor – Que crise é esta? – versão revista em janeiro de 2017 – 33p.

Publicado pela revista Ponto e Vírgula da PUC-SP em fins de 2015, o presente artigo resume uma série de argumentos que tenho desenvolvido sobre a crise atual. Um círculo virtuoso em que a distribuição de renda por meio de um conjunto de programas permitiu simultaneamente expandir a demanda, tirando cerca de 50 milhões de pessoas da miséria, e estimular os investimentos e o emprego para satisfazê-la, parou de funcionar. O travamento desse processo a partir de fins de 2014 e de 2015 gera perplexidade. A raiz do travamento é sem dúvida política, mas os mecanismos utilizados são também econômicos. O presente artigo mostra a mudança do contexto internacional com o caos financeiro mundial, os nosso principais avanços econômicos e sociais, e finalmente como a financeirização internacional adotou formas específicas no Brasil, tornando -se o principal fator de paralisia, por meio do sistema de juros. (L. Dowbor)
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L. Dowbor – Brazylia: System Finansowy versus Rozwój Gospodarczy Kraju – 2016

Nierówności gwałtownie rosną. Oxfam ten fakt nagłaśnia i podaje dane liczbowe, Crédit Suisse ukazuje w czyich rękach kumuluje się bogactwo, Thomas Piketty tłumaczy działanie tego mechanizmu w krajach rozwiniętych. Skąd pochodzą te pieniądze? Niniejsze opracowanie próbuje odpowiedzieć na to pytanie poprzez prezentację brazylijskiego wariantu ogólnej finansjalizacji systemu. Duży wysiłek rządów Luli i Dilmy na rzecz promowania inkluzji, zwiększania miejsc pracy oraz przekazywania bezzwrotnych transferów pieniężnych dla biednych dał znakomite rezultaty. Jednak system finansowy, umożliwiający przepływ dochodu i koncentrację dobrobytu, zniwelował efekty tych programów i hamuje brazylijską gospodarkę – główną przyczyną są wysokie stopy procentowe nakładane na konsumentów, inwestorów oraz dług publiczny. Poniższa krótka analiza ukazuje działanie tego mechanizmu oraz prezentuje dane liczbowe wraz z odniesieniem do łatwo dostępnych źródeł.
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Ladislau Dowbor – Dom Paulo: humanismo e coragem – dezembro 2016

Há homens que se distinguem pela coerência e pelo humanismo. E ambos se testam em momentos quando as pressões são fortes, e seria mais fácil fechar os olhos. Os meus caminhos se cruzaram com Dom Paulo em três circunstâncias, e sobre elas gostaria de deixar aqui o meu depoimento.
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Dowbor – Os irresponsáveis no poder: desmontando o conto da dona de casa – novembro- 2016 – 4p.

15025457_1250399078332890_6674974170510796592_o Você provavelmente se sente perplexo frente à situação econômica do país. Está em boa companhia. Quem é que entende de resultado primário, de ajuste fiscal e outros termos que povoaram os nossos noticiários? A imensa maioria balança a cabeça de maneira entendida, e faz de conta. Pois vejam que realmente não é complicado entender, é só trocar em miúdos. E com isso o rombo fica claro. Aqui vai a conta explicitada, não precisa ser economista ou banqueiro. E usaremos os dados do banco central, a partir da tabela original, pois confiabilidade, nesta era melindrada, é fundamental.
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Dowbor – El capitalismo cambió las reglas, la política cambió de lugar – Nueva Sociedad – 2016 – 2p.

Aquello que eran deformaciones fragmentarias, penetraciones puntuales a través delobbies, de actos de corrupción y de «puertas giratorias» entre el sector público y el privado, pasó a cobrar un mayor volumen y se convirtió por ósmosis en poder político articulado dentro del cual el interés público es algo que aflora solo por momentos, y siempre a raíz de los prodigiosos esfuerzos de las manifestaciones populares, o de frágiles artículos en la prensa alternativa, o de algún que otro político independiente.
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Ladislau Dowbor – Governança corporativa: O caótico poder dos gigantes financeiros – revisão setembro 2016 – 30p.

Estamos lentamente progredindo na compreensão da complexidade do sistema corporativo que, para o bem ou para o mal, hoje nos rege. De um lado, no plano intracorporativo, o gigantismo leva a burocracias inextricáveis, gerando um comportamento caótico e riscos sistêmicos. De outro, os mesmos gigantes estão se dotando de estruturas de articulação intercorporativas que muito se assemelham a governos no sentido de articulação interna e exercício de poder político direto. O que aqui vemos é uma articulação duplamente preocupante, tanto inter como intra empresarial. Entender este mundo de gigantes é hoje vital. (L.Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Reguły globalnej gry: olimpiada i nasz powszedni cyrk – 26/09/2016

globalgamecapaTrudno powstrzymać się od myśli, że żyjemy w wielkim cyrku. Kiedy siedzimy na kanapie po dniu ciężkiej pracy oraz wielu godzinach dojazdu do pracy i powrotu z pracy, surrealistyczne opery mydlane na ekranie telewizora przynoszą nam przegląd globalnej gry: tyle a tyle bomb spadło na Syrię, jeszcze więcej uchodźców na granicach, kłopoty z wielką finansjerą, najnowsze gole, które strzelił Lewandowski, dyskusja o tym, jak Rosja powinna brać udział w olimpiadzie w Brazylii lub czy w Rio de Janeiro wszystko się udało. Ach tak – i kto po Wielkiej Brytanii, Węgrzech, Grecji lub Polsce grozi opuszczeniem UE w imię najwyższych ideałów narodowych. (Artykuł ukazał się w Culture Report, tom 8: EUNIC Yearbook 2016, A Global Game – Sport, Culture, Development and Foreign Policy. Oryginał po angielsku http://dowbor.org/2016/08/l-dowbor-the-rules-of-the-global-game-culture-report-eunic-2016-isbn978-3-95829-198-0.html/ )
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Ladislau Dowbor: O alto custo do sistema financeiro (resenha/artigo)

epstein_montecinocapaÀs vezes precisamos de um espelho. Com o grau de deformação ideológica dos argumentos quando se trata da realidade brasileira, é bom dar uma olhada como todo o debate sobre o resgate do sistema financeiro está se dando no resto do mundo. Não somos uma ilha, e muito menos o nosso sistema financeiro, ainda que aqui algumas deformações sejam muito maiores. Hoje já não podemos ignorar o sólido acervo de pesquisas, que deslancharam após a crise de 2008, e que mostram a que ponto o sistema financeiro se distanciou dos seus objetivos iniciais de financiar o investimento e o crescimento econômico. Aqui apresentamos a excelente pesquisa de Epstein e Montecino sobre o sistema americano, organizando as ideias chave, e este espelho gera um impressionante efeito de ver na imagem refletida a sombra dos nossos dramas.
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Entrevista Dowbor: Cerceamento da democracia e fim do capitalismo democrático – Revista do Instituto Humanitas Unisinos – IHU – setembro 2016 – 6 p.

unisinosrevistaPela perspectiva do professor da PUC–SP Ladislau Dowbor, é possível concluir que o atual sistema democrático não é mais “puro sangue”. É algo que surge a partir da solidificação do capital dentro desse sistema, uma espécie de “capitalismo democrático”. Não bastando isso, os poucos suspiros de democracia que se tem ainda são sufocados por uma espécie de cercamento. Sem ter para onde crescer ou ir, sucumbir passa a ser a única ação. É como se a lógica das corporações que visam encher os bolsos dos donos através da exploração transbordasse para as esferas políticas. “A conta é simples: elegemos os políticos, mas segundo regras das corporações. Nas corporações mandam pessoas que não são eleitas, mas têm dinheiro”, conclui, ao lembrar do “patrocínio” das corporações a determinadas campanhas eleitorais.
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Ladislau Dowbor: Crônica em meio à grande crise global – Culture Report, EUNIC – 2016 – ISBN:978-3-95829-198-0

160823-Banksy-485x363Confira a versão em português do artigo "The Rules of the Global Game", publicado (em inglês e em alemão) na Culture Report anual (EUNIC), em agosto de 2016. Com tradução de Inês Castilho, a tradução foi publicada no site Outras Palavras.
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Ladislau Dowbor: The Rules of the Global Game – Culture Report, EUNIC – 2016 – ISBN:978-3-95829-198-0

globalgamecapaPara quem gosta dos Jogos Olímpicos, e para quem não gosta, escrevi um artigo curto e bem humorado sobre como funciona o circo muito mais amplo, a chamada sociedade humana. E é permanente, não se limita a uma vez a cada quatro anos. A competição é pela política mais idiota, a corporação mais poderosa, o paraíso fiscal mais generoso, a publicidade mais invasiva. Divirta-se. O artigo circula em inglês e em alemão em mais de 100 países, através do Culture Report anual da União Européia. Pelo menos o senso de humor eles não perderam: "When sport has been reduced to watching great guys doing great things on TV, while we munch some goodies and have a beer, it is not only sport, but culture in its wider sense that has become a producer and consumer affair, not something we create ourselves."
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