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Resenhas

Notas e comentários sobre os livros mais importantes recebidos pelo prof. Ladislau. Com mais de 150 obras analisadas, permitem visualizar um leque de pesquisas nacionais e internacionais. Não são resenhas comerciais, e sim sistematização de ideias-chave.

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Mariana Mazzucato
– 1 de janeiro, 2018
– 384p.
Publicado em português pela editora Portfólio com o título "O Valor de Tudo: produção e apropriação na economia global", o livro analisa precisamente a diferença entre “Making and Taking” na economia global. Por que é tão importante? Porque o capitalismo atual gerou um mundo de parasitas que extraem renta por meio de um emaranhado de mecanismos de intermediação financeira, de pedágios sobre qualquer transação, permitindo fortunas absurdamente elevadas nas mãos de gente esperta, mas que trava a economia.
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Valor Econômico N.19
– 31 de dezembro, 2020
O Valor Econômico: Grandes Grupos, publicado nesta virada de ano, apresenta a evolução dos 200 maiores grupos econômicos do país. O estudo ressalta “o bom desempenho da área financeira, sobretudo bancos, cuja fatia no lucro líquido consolidado dos 200 maiores aumentou de 37,7% para 48,9%”.
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Dag Oistein Endsjo
– 15 de maio, 2014
– 373p.
Esse livro é um estudo em profundidade de como o uso político e comercial da nossa intimidade espiritual e amorosa se manifesta nas diversas religiões e em diversas épocas, nos ajuda a entender as dinâmicas sociais e políticas no sentido mais amplo. Muito bem escrito e traduzido, leitura que flui. Vale a pena.
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OECD
– 26 de outubro, 2020
– 254p.
Está disponível o amplo relatório A Caminho da Era Digital no Brasil, elaborado pela OCDE, que aponta os atrasos, avanços e caminhos para o que constitui o principal vetor de transformação estrutural da economia e da sociedade no mundo.
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Robert Skidelsky
– 3 de março, 2020
– 248p.
É fundamental entender que a economia que ensinamos, e muitas das análises econômicas que fazemos estão atoladas em simplificações metodológicas e interpretações interessadas, profundamente ideológicas, que exigem não mais alguns acertos, mas um deslocamento sistêmico, um ‘reset’ geral que nos permita evoluir de uma pretensa ‘ciência’ econômica para a mais modesta e produtiva economia política, ancorada na história e nas outras ciências sociais. Skidelsky traz um excelente sobrevoo de como repensar a economia, e é mais necessário do que nunca.
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Thomas Piketty
– 1 de janeiro, 2019
– 1248p.
O novo livro de Thomas Piketty é essencialmente sobre desigualdade, o mal estrutural maior do nosso planeta. Essa polarização mundial está se tornando explosiva, na medida em que alguns grupos sociais se apropriam de maneira radicalmente desproporcional dos resultados do que a sociedade produz, inclusive fora de qualquer relação de merecimento. Trata-se de mecanismos econômicos de apropriação, mas também de poder político, de monopólio do exercício da violência, do controle das leis, e em particular de construções ideológicas que geram uma aparência de legitimidade. Daí o título da obra, Capital e Ideologia, ou seja, a riqueza das sociedades por um lado, e as justificativas de sua apropriação desequilibrada por outro.
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Ann Pettifor
– 8 de outubro, 2019
– 185p.
Será possível escapar da ditadura financeira? Num livro agora indispensável, a economista Ann Pettifor aposta que sim. Mas a condição é construir saídas tão surpreendentes, e capazes de desafiar a lógica do sistema, como o Green New Deal. As velhas fórmulas já não servem.
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Felicia Wong
– 1 de janeiro, 2020
– 56p.
O que está surgindo com muita força no mundo das ciências sociais, e em particular da economia, é a busca de novos rumos. O vale-tudo que chamamos de mercado está saindo rapidamente de cena. Com quase 8 bilhões de habitantes, tecnologias extremamente poderosas e agressivas, e gigantes corporativos descolados das realidades que vivem as populações, nós estamos frente a um desafio de civilização, muito além de estreitas teorias econômicas. Uma nova visão de mundo, com o resgate da economia na sua dimensão de economia política, está emergindo. O texto de Felicia Wong é muito bom, simples (nada de economês) e muito bem sistematizado. E a bibliografia constitui excelente ferramenta, em particular para os que como eu ensinam economia.
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Joseph Stiglitz
– 23 de abril, 2019
– 371p.
Uma leitura que nos devolve a esfera do bom senso. Os absurdos são claramente expostos, e são apontados caminhos. As propostas convergem naturalmente com o novo consenso planetário que está sendo construído para confrontar o sistema que assola o planeta. São coisas óbvias, como por exemplo taxar o rentismo improdutivo (206) e outras medidas. Mas a coerência do conjunto e a riqueza dos exemplos tornam simplesmente compreensíveis os desafios e as oportunidades. Se até o ex-economista-chefe do Banco Mundial entendeu, temos esperança.
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Mariana Mazzucato
– 1 de janeiro, 2011
– 261p.
Um dos melhores antídotos para a farsa da privatização é a leitura do livro de Mariana Mazzucato, que mostra, no seu O Estado Empreendedor, que o reforço das capacidades de gestão pública constitui a melhor garantia de um desenvolvimento equilibrado. Os imensos avanços na biotecnologia, por exemplo, surgem sobre a base de décadas de pesquisa fundamental desenvolvida no quadro do setor público: “Em biotecnologia, nanotecnologia e internet, o capital de risco chegou 15-20 anos depois de que os investimentos mais importantes tivessem sido feitos com fundos do setor público”.
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Jacek Żakowski
– 1 de janeiro, 2019
– 384p.
Polska nie jest wyjątkiem. Gdzie okiem sięgnąć, demokracja drży w posadach. Co gorsze, nie tylko demokracja. Cały ewoluujący od II wojny światowej porządek – polityczny, gospodarczy, społeczny, prawny i kulturowy – coraz bardziej się kruszy. Ale demokracja cierpi na tym najmocniej. Bo w powszechnym odczuciu to ona jest temu wszystkiemu winna.
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Paul Dembinski, Alain Schoenenberger
– 1 de setembro, 1993
– 80p.
Reproduzimos aqui este ensaio que ajuda muito na compreensão do nosso drama estruturalmente mais impactante, que é a transformação das finanças em sistema especulativo, drenando os recursos das famílias, das empresas e dos estados. (Texto em inglês, cerca de 80p.)
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