Papers in English

Ladislau Dowbor – THE ERA OF UNPRODUCTIVE CAPITAL New Architectures of power – Translated by Eugenia Deheinzelin – 2018 – 173 p.

Functioning governance is not built on hatred, it requires a rational overview of what might work, even considering irrationalities. Are we going to solve the drama of inequality and migration by building a wall? A fenced-in condominium called USA? The truth is that the inherited system, the so-called neoliberalism, no longer fits in the modern world. The modern world needs to reinvent its ways. The present book covers research that I have developed in the last few years, grouped to ensure a systemic overview. They have as common denominator or guiding axis the quest for governance, for a decision-making process that works. We will characterize the systemic challenges, delineate the new architecture of power in the stage of global capitalism, analyze the process of financialization, and finally present how this process is transforming Brazil.
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Oceans suffocating as huge dead zones quadruple since 1950, scientists warn – The Guardian – 04.01.2018 – 2p.

A poluição dos mares avançou de maneira impressionante nas últimas décadas, com numerosas regiões já mortas como o golfo do México, mar Báltico e outros. Química, em particular da agricultura, aquecimento global (reduz teor de oxigênio) e outros processos. Veja resultados de ampla pesquisa, artigo Guardian, em inglês, 2p.
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University students failed by rip-off fees, says watchdog – The Guardian – 2017 – 2p. (inglês)

Endividamento estudantil explode no Reino Unido na medida em que aumenta a privatização do ensino superior e sua transformação em indústria do diploma. Estudantes terminam com dívidas de 220 mil reais (50 mil libras) e pouca qualidade de ensino. Financeirização não é só no Brasil.
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The Guardian – Living on the edge: São Paulo’s inequality mapped – 27.11.2017 – 1p.

Less than 10 miles of concrete sprawl separates the São Paulo neighbourhoods of Jardim Paulista and Jardim Ângela, but that gap grows to almost 24 years in the life expectancy of people living there. While residents of the central Paulista area can expect to live beyond their 79thbirthday on average, people from Jardim Ângela on the south-western periphery will likely be dead before they are 56.
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Hazel Henderson – Fintech: Good and Bad News for Sustainable Finance – Pesquisa & Debate PUC-SP – out 2017 – 15p.

A transformação do mundo das finanças pela tecnologia é profunda. A revista Pesquisa e Debate, da Pós-graduação em Economia Política da PUC-SP, publicou no seu último número um artigo particularmente importante que me foi enviado por Hazel Henderson, economista de primeira linha nos EUA, autora aqui do conhecido Construindo um mundo onde todos ganham (Win-Win) -  Essas transformações, que incluem inovações como as bitcoins mas também um conjunto de outras mudanças, hoje são chamadas resumidamente de FINTECH, (Financial Technologies). É uma rara oportunidade esta visão das tendências, 15p. em inglês.
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Jill Treanor – World’s biggest banks face £264bn bill for poor conduct – The Guardian – 14/08/2017

Os maiores bancos, como o Bank of America e outros gigantes, estão sendo condenados por fraudes contra clientes, governos, empresas em qualquer parte do mundo, o que gera uma conta estimada em 264 bilhões de libras, cerca de 340 bilhões de dólares. As atividades ilegais se generalizaram, em particular porque o espaço financeiro de manobra é global, inclusive com cerca de 60 paraísos fiscais, enquanto os governos tentam gerar algum controle nos seus fragmentados espaços nacionais. Os dados mais amplos podem ser vistos na pesquisa original http://conductcosts.ccpresearchfoundation.com/conduct-costs-results (CCP Research Foundation). Aqui, em uma página, em inglês, o resumo do Guardian. 
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Financialization Has Turned the Global Economy Into a House of Cards: An Interview With Gerald Epstein – J.C. Polychroniu – Truthout – jul 2017 – 4p.

Publicada no site Truthout, a entrevista de Gerald Epstein sobre a financeirização, apresenta uma definição, as principais pesquisas e os impactos econômicos e sociais.  A ideia central é que a financeirização tem impacto líquido negativo sobre as economias, desviando recursos do investimento produtivo para lucros financeiros de curto prazo. O custo (impacto negativo) das atividades do sistema financeiro para os Estados Unidos está estimado em 22 trilhões de dólares em trinta anos (PIB atual dos EUA, para dar uma referência, é de 18 trilhões). O paralelo com a economia brasileira é evidente, ainda que aqui proporcionalmente mais pernicioso.
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David Wallace-Wells – The Uninhabitable Earth – NYT – jul 2017 – 5p.

Artigo do New York Times sobre a crise climática que está tendo grande repercussão. Não se trata de assunto de ambientalistas e sim de uma crise humanitária, dos impactos sobre os nossos equilíbrios alimentares, a contaminação dos mares, as explosões de violência, a desorganização econômica. O artigo foca em particular a nossa dificuldade de enfrentarmos ameaças sistêmicas e de longo prazo. Texto muito forte e bem informado, um apanhado global particularmente interessante. (NYT, inglês, 5p.)
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Unesco – Concentration of media ownership – 2017, 32p. 

A Unesco publica uma excelente e sintética análise da concentração do controle da mídia no mundo, com a erosão da democracia que isto implica: uma sociedade desinformada ou manipulada fica desorientada. Citação divertida do Economist dá uma ideia do conteúdo:"O semanário britânico The Economist, por exemplo, tem chamado a mídia local brasileira de "mini-Berlusconis'"(p.13) O documento traz excelentes dados nesta área tão deformada e tão vital para a nossa democracia. A América Latina muito presente nesta análise. (em inglês, 32p.)
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Jeffrey Sachs:”Our politics has become a battle of billionaire behemoths” – jun 2017

Jeffrey Sachs, uma das vozes importantes hoje no mundo, em termos de formulação de visões econômicas, resume em menos de três minutos o óbvio: as grandes fortunas se tornaram tão amplas que se transformaram em poder político, o que lhes permite capturar a democracia e reforçar as vantagens. O caminho? Taxar as grandes fortunas e resgatar os processos democráticos.
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Just do it: the experience economy and how we turned our backs on ‘stuff’ – The Guardian – 13 May 2017 – 3p.

Interessante artigo sobre novas tendências do consumo que estão adquirindo sólidas dimensões. Em vez de gastar com compras, o que em inglês qualificam como "stuff", "coisas", as pessoas estão buscando enriquecer vivências. Multiplicam-se botecos (pubs), teatrinhos locais, programas de passeios com amigos, viagens, espaços culturais nas praças. O futuro está em menos tempo gasto para produzir bugigangas que entulham armários ou garagens, e mais para conhecer e conviver. O artigo (3p. em inglês) traça os rumos desta "experience economy", economia das vivências.
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Natasha Singer, How Google took over the classroom – 13 May 2017 – NY Times

O Google está invadindo as salas de aula? Nos EUA, mais da metade dos alunos de primeiro e segundo graus já usam o Google Educator, as escolas recebem o laptop simplificado Chromebook. A ideia geral é de um lado facilitar a vida dos alunos e dos professores, mas evidentemente também assegurar que a nova geração fique desde o início inserida nos produtos da empresa. O sistema permite gestão e produção de documentos, acesso à informação. Microsoft e Apple que já se lançaram também neste mercado estão ficando para trás, o Face ainda correndo por fora. É mais uma área da internet que abriu imensas possibilidades de liberdade de acesso e navegação, mas que se vê apropriada pelos gigantes da comunicação. Os sistemas permitem o armazenamento de dados individualizados dos alunos, futuro marketing direcionado, e a briga sobre a privacidade está forte.
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Ladislau Dowbor – Financing sustainability: where has all the money gone? – jan. 2017 – 21 p.

Financial flows have been cornered to serve financial intermediaries, instead of serving sustainable development. If we do not face this challenge, no amount of discussions will help. It is not a question of sequestering the villa in Nice, but of generating rules of the game where the staggering amount of unproductive money is put back to work for society, and for the earth, and for the future generations. In this paper, we shall concentrate on the concrete example of how financial intermediaries in Brazil have stalled 20 years of progress, and thrown the country into recession.
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Dilip Hiro – US power at the crossroads: a snapshot of a multipolar world in action – (publicado em Truthout 11.10.2016, em inglês, 4p.)

Uma sucinta mas rica avaliação dos rearranjos em curso em termos de poder international, impactando em particular a supremacia americana. Dilip Hiro analisa a presença geopolítica da Russia, com a atuação na Crimeia e o papel desempenhado no Oriente Médio, tornando-se interlocutor necessário. A RT Rússia coloca o país pela primeira vez na comunicação mundial, com RT América, RT UK e outras linguas internacionais. A aproximação com a China faz parte deste redesenho. A China por sua ultrapassa pela primeira vez os EUA em volume de comércio exterior (US$3,9 tri), mostra presença ao abrir transporte ferroviário de carga (Yiwu-Madrid 16 mil milhas!) e conexões dutoviárias e marítimas em expansão, além dos acordos comerciais e políticos com a Rússia. Reservas internacionais: US$3,3 trilhões. Sucesso do AIIB (Asian Infrastructure Investment Bank). Aqui uma excelente análise da geração de novos equilíbrios multipolares.
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Ladislau Dowbor: The Rules of the Global Game – Culture Report, EUNIC – 2016 – ISBN:978-3-95829-198-0

globalgamecapaPara quem gosta dos Jogos Olímpicos, e para quem não gosta, escrevi um artigo curto e bem humorado sobre como funciona o circo muito mais amplo, a chamada sociedade humana. E é permanente, não se limita a uma vez a cada quatro anos. A competição é pela política mais idiota, a corporação mais poderosa, o paraíso fiscal mais generoso, a publicidade mais invasiva. Divirta-se. O artigo circula em inglês e em alemão em mais de 100 países, através do Culture Report anual da União Européia. Pelo menos o senso de humor eles não perderam: "When sport has been reduced to watching great guys doing great things on TV, while we munch some goodies and have a beer, it is not only sport, but culture in its wider sense that has become a producer and consumer affair, not something we create ourselves."
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