Papers in English

Crises and Opportunities in Changing Times: the African Dimension – UNECA, 2010, 20 p.

In the aftermath of the 2008 financial crisis, Ignacy Sachs, Carlos Lopes and myself drew up what would be an assessment of main challenges and a list of key reforms to rescue overall governance. We called it Crises and Opportunities in Times of Change. The governance crisis remains and the opportunities were not seized. The challenges and the opportunities listed here remain very solid, and close to the African dimension. Published by UNECA, the UN Economic Commission for Africa, 20 pages, 2010.
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Comentários a uma sentença anunciada: O Processo Lula / Comments on a notorious verdict: The trial of Lula – CLACSO – 2018 – ISBN 978-85-7917-439-1

Sabemos que o processo contra Lula constitui essencialmente um ataque político e como a sua política deu resultados inatacáveis, construiu-se o mito de que o ataque é em nome da honestidade, da luta contra a corrupção. A farsa desse processo é evidente para qualquer jurista. É necessário, frente a tantas mentiras, sistematizar de maneira honesta os argumentos legais. É esse material que os juristas Carol Proner, Gisele Citadino, Gisele Ricobom e João Ricardo Dornelles organizaram e apresentam de maneira contundente, em amplo volume que conta com dezenas de contribuições. O documento, publicado pela CLACSO, está disponível em português, espanhol e em inglês. A luta é evidentemente pela verdade no processo contra o Lula, mas se trata também de batalhar o resgate de uma justiça decente, condição essencial da democracia.
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L.Dowbor – North–South: Poland and Brazil in Turmoil – Problemy Zarządzania (ISSN 1644-9584) vol. 15 nr 3 (70) cz. 2

Brazil and Poland are the countries presented as having best sailed through the 2008 global crisis. Clearly anti-cyclical policies work: instead of austerity measures, both countries maintained strong public investment, decentralized social policies and vigorous access to credit. More recently, however, our countries are facing the strong winds of financial globalization, with growing restrictions to the capacity of maintaining national economic policies. Comparing two very different countries is certainly challenging, but it does shed light on how the present global economic background affects us all. More recently, the economic and social progress in both countries has been suffering political disruption, particularly in Brazil, and we are suffering similar ideological cleavage with deep social divide also found in other countries. The present paper aims at shedding some light on this strange interaction of sound policies,global interests and disruptive politics.
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Which firms profit most from America’s health-care system – Schumpeter – The Economist – mar 2018

Artigo sobre financeirização de planos de saúde nos EUA. Não é só aqui que a saúde está virando indústria da doença: “Every year America spends about $5,000 more per person on health care than other rich countries do. Yet its people are not any healthier. Where does all the money go?... The most controversial source of excess spending, though, is rent-seeking by health-care firms. This is when companies extract outsize profits relative to the capital they deploy and risks they take” – March 15, 2018 - Brett Ryder 
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Ladislau Dowbor – THE ERA OF UNPRODUCTIVE CAPITAL New Architectures of power – Translated by Eugenia Deheinzelin – 2018 – 173 p.

Functioning governance is not built on hatred, it requires a rational overview of what might work, even considering irrationalities. Are we going to solve the drama of inequality and migration by building a wall? A fenced-in condominium called USA? The truth is that the inherited system, the so-called neoliberalism, no longer fits in the modern world. The modern world needs to reinvent its ways. The present book covers research that I have developed in the last few years, grouped to ensure a systemic overview. They have as common denominator or guiding axis the quest for governance, for a decision-making process that works. We will characterize the systemic challenges, delineate the new architecture of power in the stage of global capitalism, analyze the process of financialization, and finally present how this process is transforming Brazil.
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Oceans suffocating as huge dead zones quadruple since 1950, scientists warn – The Guardian – 04.01.2018 – 2p.

A poluição dos mares avançou de maneira impressionante nas últimas décadas, com numerosas regiões já mortas como o golfo do México, mar Báltico e outros. Química, em particular da agricultura, aquecimento global (reduz teor de oxigênio) e outros processos. Veja resultados de ampla pesquisa, artigo Guardian, em inglês, 2p.
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University students failed by rip-off fees, says watchdog – The Guardian – 2017 – 2p. (inglês)

Endividamento estudantil explode no Reino Unido na medida em que aumenta a privatização do ensino superior e sua transformação em indústria do diploma. Estudantes terminam com dívidas de 220 mil reais (50 mil libras) e pouca qualidade de ensino. Financeirização não é só no Brasil.
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The Guardian – Living on the edge: São Paulo’s inequality mapped – 27.11.2017 – 1p.

Less than 10 miles of concrete sprawl separates the São Paulo neighbourhoods of Jardim Paulista and Jardim Ângela, but that gap grows to almost 24 years in the life expectancy of people living there. While residents of the central Paulista area can expect to live beyond their 79thbirthday on average, people from Jardim Ângela on the south-western periphery will likely be dead before they are 56.
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Hazel Henderson – Fintech: Good and Bad News for Sustainable Finance – Pesquisa & Debate PUC-SP – out 2017 – 15p.

A transformação do mundo das finanças pela tecnologia é profunda. A revista Pesquisa e Debate, da Pós-graduação em Economia Política da PUC-SP, publicou no seu último número um artigo particularmente importante que me foi enviado por Hazel Henderson, economista de primeira linha nos EUA, autora aqui do conhecido Construindo um mundo onde todos ganham (Win-Win) -  Essas transformações, que incluem inovações como as bitcoins mas também um conjunto de outras mudanças, hoje são chamadas resumidamente de FINTECH, (Financial Technologies). É uma rara oportunidade esta visão das tendências, 15p. em inglês.
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Jill Treanor – World’s biggest banks face £264bn bill for poor conduct – The Guardian – 14/08/2017

Os maiores bancos, como o Bank of America e outros gigantes, estão sendo condenados por fraudes contra clientes, governos, empresas em qualquer parte do mundo, o que gera uma conta estimada em 264 bilhões de libras, cerca de 340 bilhões de dólares. As atividades ilegais se generalizaram, em particular porque o espaço financeiro de manobra é global, inclusive com cerca de 60 paraísos fiscais, enquanto os governos tentam gerar algum controle nos seus fragmentados espaços nacionais. Os dados mais amplos podem ser vistos na pesquisa original http://conductcosts.ccpresearchfoundation.com/conduct-costs-results (CCP Research Foundation). Aqui, em uma página, em inglês, o resumo do Guardian. 
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Financialization Has Turned the Global Economy Into a House of Cards: An Interview With Gerald Epstein – J.C. Polychroniu – Truthout – jul 2017 – 4p.

Publicada no site Truthout, a entrevista de Gerald Epstein sobre a financeirização, apresenta uma definição, as principais pesquisas e os impactos econômicos e sociais.  A ideia central é que a financeirização tem impacto líquido negativo sobre as economias, desviando recursos do investimento produtivo para lucros financeiros de curto prazo. O custo (impacto negativo) das atividades do sistema financeiro para os Estados Unidos está estimado em 22 trilhões de dólares em trinta anos (PIB atual dos EUA, para dar uma referência, é de 18 trilhões). O paralelo com a economia brasileira é evidente, ainda que aqui proporcionalmente mais pernicioso.
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David Wallace-Wells – The Uninhabitable Earth – NYT – jul 2017 – 5p.

Artigo do New York Times sobre a crise climática que está tendo grande repercussão. Não se trata de assunto de ambientalistas e sim de uma crise humanitária, dos impactos sobre os nossos equilíbrios alimentares, a contaminação dos mares, as explosões de violência, a desorganização econômica. O artigo foca em particular a nossa dificuldade de enfrentarmos ameaças sistêmicas e de longo prazo. Texto muito forte e bem informado, um apanhado global particularmente interessante. (NYT, inglês, 5p.)
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Unesco – Concentration of media ownership – 2017, 32p. 

A Unesco publica uma excelente e sintética análise da concentração do controle da mídia no mundo, com a erosão da democracia que isto implica: uma sociedade desinformada ou manipulada fica desorientada. Citação divertida do Economist dá uma ideia do conteúdo:"O semanário britânico The Economist, por exemplo, tem chamado a mídia local brasileira de "mini-Berlusconis'"(p.13) O documento traz excelentes dados nesta área tão deformada e tão vital para a nossa democracia. A América Latina muito presente nesta análise. (em inglês, 32p.)
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Jeffrey Sachs:”Our politics has become a battle of billionaire behemoths” – jun 2017

Jeffrey Sachs, uma das vozes importantes hoje no mundo, em termos de formulação de visões econômicas, resume em menos de três minutos o óbvio: as grandes fortunas se tornaram tão amplas que se transformaram em poder político, o que lhes permite capturar a democracia e reforçar as vantagens. O caminho? Taxar as grandes fortunas e resgatar os processos democráticos.
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Just do it: the experience economy and how we turned our backs on ‘stuff’ – The Guardian – 13 May 2017 – 3p.

Interessante artigo sobre novas tendências do consumo que estão adquirindo sólidas dimensões. Em vez de gastar com compras, o que em inglês qualificam como "stuff", "coisas", as pessoas estão buscando enriquecer vivências. Multiplicam-se botecos (pubs), teatrinhos locais, programas de passeios com amigos, viagens, espaços culturais nas praças. O futuro está em menos tempo gasto para produzir bugigangas que entulham armários ou garagens, e mais para conhecer e conviver. O artigo (3p. em inglês) traça os rumos desta "experience economy", economia das vivências.
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