Ladislau Dowbor – Que crise é esta? – versão revista em janeiro de 2017 – 33p.

Ladislau Dowbor - Que crise é esta? - versão revista em janeiro de 2017 - 33p.
Publicado pela revista Ponto e Vírgula da PUC-SP em fins de 2015, o presente artigo resume uma série de argumentos que tenho desenvolvido sobre a crise atual. Um círculo virtuoso em que a distribuição de renda por meio de um conjunto de programas permitiu simultaneamente expandir a demanda, tirando cerca de 50 milhões de pessoas da miséria, e estimular os investimentos e o emprego para satisfazê-la, parou de funcionar. O travamento desse processo a partir de fins de 2014 e de 2015 gera perplexidade. A raiz do travamento é sem dúvida política, mas os mecanismos utilizados são também econômicos. O presente artigo mostra a mudança do contexto internacional com o caos financeiro mundial, os nosso principais avanços econômicos e sociais, e finalmente como a financeirização internacional adotou formas específicas no Brasil, tornando -se o principal fator de paralisia, por meio do sistema de juros. (L. Dowbor)
Leia mais

Ladislau Dowbor – De grão em grão a galinha enche o papo – junho – 2016, 4 p.

Ladislau Dowbor - De grão em grão a galinha enche o papo - junho - 2016, 4 p.
tabela8, resgatandoVocê já comeu no Sujinho? Um ótimo restaurante na Consolação, aqui em São Paulo. Fora de série. Mas o que me deixou mais contente foi este aviso aos clientes: “Não aceitamos nenhum cartão de crédito, nem de débito, motivo: altas taxas cobradas pelas administradoras, que no caso de aceitarmos, teremos que repassar no nosso cardápio, prejudicando os nossos clientes, não achamos justo, estamos negociando.” Imagina colocar um aviso deste na mesa de um economista com apetite. Jantei muito bem, com ótimos amigos, e tirei a foto do aviso. Em casa pedi a ajuda de Marcos do Espírito Santo, mestrando em economia, que me localizou a tabela básica que explica o pedido da gerência do Sujinho e o meu contentamento. Leitor, não se assuste com a quantidade de números, em dois minutos você vai entender como é jantado, e porque o pessoal do Sujinho tem excelentes razões para a sua manifestação.
Leia mais

David Wallace-Wells – The Uninhabitable Earth: life after warming – Tim Duggan Books (Penguin), New York, 2019

David Wallace-Wells – The Uninhabitable Earth: life after warming – Tim Duggan Books (Penguin), New York, 2019
Os nossos diversos desafios sistêmicos têm sido apresentados de maneira fragmentada, segundo as fontes de pesquisa. Wallace-Wells junta os dados que envolvem não só a mudança climática, mas o conjunto das transformações e em particular como elas interagem. As medidas envolvem governança corporativa, sistemas de cooperação internacional, e a articulação de políticas em diversas áreas como energia, transportes, indústria, agricultura. Muito bem documentado e de fácil leitura, trata-se de uma "imagem-síntese" dos nossos desafios que constitui excelente ferramenta de trabalho. (Em inglês, 310 p.)

Peter Dauvergne – Will big business destroy our planet? – Polity, New York, 2018, 139p. ISBN 13: 978-1-5095-2400-6 – Politybooks.com

Peter Dauvergne – Will big business destroy our planet? – Polity, New York, 2018, 139p. ISBN 13: 978-1-5095-2400-6 – Politybooks.com
Não há maldade premeditada nas corporações, mas há sim interesses. É um pouco como o filme O Poderoso Chefão, um tentou matar o pai do outro, mas explica que não se trata de ódio, nem de maldade, just business (apenas negócios). Na pesquisa de Joris Luyendijk ( Swimming with Sharks ) sobre as barbáries e ilegalidades praticadas na City de Londres, equivalente britânico de Wall Street, os responsáveis entrevistados explicam que o que fazem não é nem moral, nem imoral. É amoral, ou seja, a dimensão ética está simplesmente abaixo do horizonte, fora do processo decisório. No conselho de administração vão naturalmente discutir os eventuais impactos negativos das fraudes praticadas sobre o nome da empresa, o branding, na medida em que podem prejudicar os negócios, mas não na medida em que afetam sentimentos de decência humana. Como já disse Milton Friedmann, as empresas, tal como as paredes, não têm sentimentos morais. O que não as impede, naturalmente, de se proclamarem profundamente movidas por preocupações éticas. Em “Will big business destroy our planet”, Peter Duvergne, professor de Relações Internacionais na University of British Columbia, resume bem o problema.
Leia mais

Pirâmide global da riqueza, artigo de José Eustáquio Diniz Alves – julho – 2013, 3p.

Pirâmide global da riqueza, artigo de José Eustáquio Diniz Alves - julho - 2013, 3p.
Muito importante esta pirâmide que representa a distribuição mundial do patrimônio familiar acumulado. Estamos acostumados a nos centrar sobre a concentração da renda, que é o que entra na minha conta sob forma de salários, aluguel, lucros etc. Este dinheiro que entra anualmente me permite comprar uma casa, um carro,… Leia mais

Ladislau Dowbor: Przechwytywanie władzy przez system korporacyjny – 2016 – 11 str.

Ladislau Dowbor: Przechwytywanie władzy przez system korporacyjny - 2016 - 11 str.
Ekspansja lobbies, kupowanie polityków, najazd na władzę sądowniczą, kontrola systemu informacji społeczeństwa i manipulacja pracami naukowymi to niektóre spośród najważniejszych instrumentów przechwytywania władzy politycznej przez wielkie korporacje. Ogół tych instrumentów stwarza jednak w ostatniej instancji potężniejszy mechanizm, który wiąże je z sobą i nadaje im systemowy charakter: jest nim zawłaszczanie rezultatów działalności gospodarczej za pośrednictwem kontroli finansowej spoczywającej w bardzo nielicznych rękach. Dynamiki władzy politycznej, ekonomicznej i kulturalnej ulegają reorientacji, generując nową konfigurację, która staramy się tu zbadać. To z nią właśnie musi uporać się społeczeństwo poszukujące nowych sposobów zarządzania.
Leia mais

Entrevista Dowbor – Paradoxo na economia: “a gente sabe o que funciona e estamos fazendo exatamente o contrário” – Marco Weissheimer/Portal Sul 21 – 20.11.2017 – 3p.

Entrevista Dowbor - Paradoxo na economia: “a gente sabe o que funciona e estamos fazendo exatamente o contrário” - Marco Weissheimer/Portal Sul 21 - 20.11.2017 - 3p.
"Um bilionário que aplica seu dinheiro a 5% ao ano ganhará 137 mil dólares por dia. Ele não consegue gastar tudo e esse dinheiro é reaplicado, fazendo com que, a cada dia, o juro sobre o estoque de recursos aumente. Temos aí uma expansão que, em termos financeiros, se chama efeito bola de neve. Esse efeito faz com que grandes fortunas passem a ter muito mais dinheiro do que conseguem gastar sem precisar desenvolver nenhuma atividade de produção concreta de bens e serviços. Ou seja, ele não está sendo útil para a sociedade", explica Dowbor em entrevista concedida ao jornalista Marco Weissheimer do portal Sul 21.
Leia mais

Ladislau Dowbor – Pikettismos: o lugar da ciência econômica (2) – junho – 2014, 2p.

Um dos aportes fundamentais do Capital no Século XXI, é o de recolocar a economia no seu devido lugar, como uma das áreas das ciências sociais, voltando com isto a ser “economia política”, como na sua origem, ou seja, o estudo da dimensão econômica dos diversos processos da reprodução social. Com isto, o estudo dos mecanismos econômicos volta a ter pé e cabeça, ao ser compreendido nas suas complexas interações com a política, com os mecanismos de poder sob suas diversas formas, com os valores sociais das diferentes épocas e culturas. (L. Dowbor)
Leia mais

Ladislau Dowbor – Resgatando o potencial financeiro do país – (versão atualizada em 04/08/2016) – agosto – 2016 – 47p.

Ladislau Dowbor - Resgatando o potencial financeiro do país - (versão atualizada em 04/08/2016) - agosto - 2016 - 47p.
share_temporaryA financeirização está no centro dos debates econômicos, porque aprofunda a desigualdade e sobretudo porque trava o desenvolvimento. Este último aspecto é alvo de numerosos estudos internacionais, e aqui abordamos o mecanismo como se manifesta no Brasil. Basicamente, os crediários, cartões de crédito e juros bancários para pessoa física travam a demanda, pois tipicamente o comprador paga o dobro do valor do produto, endivida-se muito comprando pouco, o que esteriliza o impacto de dinamização da economia pela demanda. Os juros elevados para pessoa jurídica travam por sua vez o investimento, isto que o empresário efetivamente produtivo já enfrenta a fragilidade da demanda e pode simplesmente aplicar na dívida pública. E a taxa Selic elevada, ao provocar a transferência de centenas de bilhões dos nossos impostos para os bancos e outros aplicadores financeiros, trava a capacidade do Estado expandir políticas sociais e infraestruturas. Esta dinâmica no contexto de uma carga tributária que onera desproporcionalmente o consumo popular, e de um sistema de evasão dos impostos através de preços de transferência e paraísos fiscais, gera um dreno insustentável de recursos. Assim temos esta estranha situação de um PIB que estagna e de lucros financeiros que se agigantam. As recomendações vão no sentido de uma reforma financeira no sentido amplo, muito além das propostas de ajuste fiscal.
Leia mais

Chris Anderson – Grátis, o futuro dos preços – Ed. Campus, São Paulo, 2010 (Original inglês, Free, the future of a radical price, 2010)

Chris Anderson é autor muito conhecido por sua excelente obra anterior, The Long Tail (no brasil, A Longa Cauda) em que mostrou que as novas tecnologias de informação e comunicação mudavam as regras do marketing, ao possibilitar manter em estoque virtual inúmeras obras criativas muito depois de se esgotar o… Leia mais

Ladislau Dowbor – As tensões planetárias no limite – maio – 2014, 4p.

Estamos atingindo limites em vários planos. Para já, somos muitos: 7 bilhões de habitantes, 80 milhões a mais a cada ano, e todos querendo consumir mais. E se não quiserem, aí está publicidade para moldá-los, desde crianças, em máquinas de consumo obsessivo. (L. Dowbor)
Leia mais

Antonio Martins – A Era do Capital Improdutivo e como superá-la – agosto 2017 – 2p.

Antonio Martins - A Era do Capital Improdutivo e como superá-la - agosto 2017 - 2p.
Resenha de Antonio Martins, do Outras Palavras, sobre meu novo livro "A Era do Capital Improdutivo". O livro traz a síntese dos estudos que venho fazendo nos últimos anos sobre o sistema financeiro. Trabalho com dados e pesquisas recentes que demonstram a necessidade de regulação desse sistema. Não se trata de acabar com os bancos, mas de exigirmos processos regulatórios que controlem o imenso poder que hoje as corporações detêm. Um poder que, sem ser eleito, derruba democracias, impede que governos realizem políticas públicas, asfixia a capacidade de investimento das empresas nacionais e reduz drasticamente a renda das famílias e de cada um de nós. Um poder que se autofinancia por meio da especulação e se torna cada dia mais forte. Sua fragilidade, porém, é óbvia: trata-se de um capital improdutivo. Um sistema criado e fortalecido às custas de quem trabalha e efetivamente produz, cujo poder depende do desconhecimento da população que nada sabe sobre os mecanismos do sistema financeiro. Este trabalho é uma contribuição neste sentido. Neste próximo semestre, ocorrerão lançamentos em vários estados, vou avisando vocês por aqui. Quem quiser adquiri-lo, basta clicar em: http://autonomialiteraria.com.br/…/a-era-do-capital-improd…/.
Leia mais

A difícil democracia na América Latina – setembro – 2013, 3p.

Por trás de cada atentado, de cada figura heróica que tentou trazer uma vida decente, democracia e justiça social para o seu povo, os Allende, Lumumba, Cabral, Arbenz, Luther King e tantos outros, se ergue uma imensa muralha de hipocrisia, de justificativas absurdas para o eterno adiamento da democratização efetiva das nossas sociedades. (L. Dowbor)
Leia mais

Ladislau Dowbor – Producers, intermediaries and consumers: the price chain approach – fevereiro – 2014, 15p.

Production chains are becoming more complex, with the different tiers frequently belonging to different corporations, and located in different regions or countries. Between the original producers and the end consumer, there are a growing number of commercial, financial and legal intermediaries who tend to make it more difficult to understand how successive tiers of the production chain are reflected in value added and corresponding prices. This paper suggests that more research be concentrated on the price chain that accompanies the production chain, which would give a clearer picture of where inflation is generated, where major irregularities and oligopoly price fixing may be found, as well as where the procyclical reactions take place, generating instability. Therefore, we shall analyze the concept of the price chain, the dynamics of the production chain control, the power of intermediaries - taking the example of commodity traders - and the role of financial intermediation. The final part of the paper presents the impact on wealth concentration, and the need to improve our understanding of the price formation process, in addition to the traditional measurements of inflation. (L. Dowbor)
Leia mais

A Economia da Família – versão maio 2013 – 20p.

A família pode ser vista como unidade de reprodução econômica: pais sustentam os filhos e os idosos, e serão por sua vez sustentados. Hoje, com a desarticulação da família, fragilização do Estado e privatização dos serviços sociais, é o próprio processo de redistribuição do excedente social entre gerações que se vê prejudicado. A dinâmica econômica ajuda a entender os impactos muito mais amplas como a tensão entre gerações, redução da sociabilidade e o sentimento crescente de angústia que se generaliza. Publicado no livro "Família: Redes, Laços e Políticas Públicas", organizado por Ana Rojas Acosta e Maria Amalia Vitale, IEE/PUC-SP, São Paulo 2003, http://www.pucsp.br/iee/ e (L. Dowbor)
Leia mais

Ladislau Dowbor – Las tensiones planetarias en el límite – julho – 2014, 4p.

Consideraciones a partir del libro interesante de Eduardo Matias, sobre los límites del planeta. El proceso decisorio de cómo utilizamos nuestros recursos está en el centro del debate. La culpabilización es fácil, y siempre habrá dedos a apuntar a los responsables, a canalizar rabias. Pero la búsqueda por procesos decisorios que hagan que la sociedad funcione de manera sostenible exige la comprensión de mecanismos y deformaciones. Nuestro problema no es de falta de recursos, sino de políticas públicas, responsabilidades corporativas y nuevos pactos sociales que este pequeño planeta precisa construir. (L. Dowbor)
Leia mais

Condução da economia como um banco de negócios travou o Brasil Carlos Drummond – Carta Capital – 03.09.2019

Artigo que apresenta de forma simples e direta as causas do travamento da economia e os caminhos práticos a seguir. Já é o sexto ano que "estão consertando". Até quando vai durar a farsa?
Leia mais

O ponto crítico da civilização – Ago – 2009

Muito importante a nota que Lester Brown está divulgando sobre o “tipping point”, o ponto de não retorno de uma série de crises que se aproximam (energia, alimentação, clima etc.). O ponto crítico da civilizaçãoLester Brown27/08/2009Tem aumentado a preocupação com os pontos críticos da natureza. Cientistas já questionam, por exemplo,… Leia mais

Dowbor – A Burrice no Poder – revisão jan. 2019 – 14p.

Escrito para próxima publicação do Projeto Novos Paradigmas, o título "A burrice no poder" pode parecer um pouco provocador, mas pense um pouco: a desigualdade está explodindo no mundo, e as propostas vão no sentido de austeridade não dos que esbanjam, mas dos que mal sobrevivem. O planeta está sendo destruído e o que se vislumbra não é consumo mais inteligente e sim expansão do consumismo irresponsável. A violência se espraia, e a solução seria disseminar mais armas. O homo demens transforma a burrice em bandeira. Uma visão construtiva é fácil de identificar: é só fazer o contrário. Divirta-se.
Leia mais

Sam Pizzigati – The case for a maximum wage –  Polity Press, Cambridge, UK – 2018 – 133p.

Sam Pizzigati – The case for a maximum wage -  Polity Press, Cambridge, UK – 2018 – 133p.
A pergunta básica que Sam Pizzigati coloca é “se necessitamos, e se o progresso demanda, grandes fortunas privadas. “ Os muito ricos dos Estados Unidos, por exemplo, possuem em média 9 residências fora do país. Essas residências ficam vazias durante a maior parte do ano, gerando bairros-fantasmas de luxo (luxury ghost-towns). É tempo de olharmos um pouco melhor para a irracionalidade e inoperância da grande riqueza. E Pizzigati tem currículo para esta análise, ele que dirige há tempo o excelente site sobre desigualdade inequality.org e ensina no Institute for Policy Studies de Washington.
Leia mais

Ladislau Dowbor – Pikettismos: relexões sobre o Capital no Século XXI – julho – 2014, 17p.

Artigo que reúne e articula 8 notas anteriormente divulgadas como "Pikettismos". O Capital no Século XXI não é moda, é conteúdo. A verdade é que Thomas Piketty, com a força da juventude e uma saudável distância das polarizações ideológicas que tanto permeiam a análise econômica, abriu novas janelas, trouxe vento fresco, nos permitiu deslocar a visão. Se bem que o problema da distribuição da renda sempre estivesse presente nas discussões, a teoria econômica terminou centrando-se muito mais no PIB, na produção de bens e serviços, e muito insuficientemente na repartição e nos mecanismos que aumentam ou reduzem a desigualdade. (L.Dowbor)
Leia mais

Dowbor – Como eu me informo – fev. 2019 – 5p

Temos de enfrentar uma impressionante indústria com capacidade de nos fazer pensar qualquer bobagem, e nos fazer acreditar que pessoas com “bom senso” pensam como nós. É legítimo não aceitarmos que tantas pessoas sejam transformadas em zumbis, repetindo o que aparece nesses diversos instrumentos de manipulação. O que me interessa aqui é dar, através do testemunho de como eu organizo a minha informação, indicações de excelentes fontes de análises, internacionais e nacionais, que apresentam não só boa informação, mas informação com facilidade de verificação.
Leia mais

L.Dowbor – Contas públicas: entenda a farsa – A Terra é Redonda – maio 2020/atualizado – 5p.

L.Dowbor - Contas públicas: entenda a farsa - A Terra é Redonda - maio 2020/atualizado - 5p.
Estender a compreensão das contas públicas é essencial. Trata-se de um terço do nosso próprio dinheiro. Virar as costas para o que se faz com esses recursos não resolve. No artigo abaixo, em uma tabela e poucas páginas, o essencial para entender como funciona, ou como deixa de funcionar. Há dois modelos básicos de uso dos recursos públicos, priorizando a população em geral (modelo distributivo) ou as elites (a chamada austeridade). O contraste dos resultados é muito interessante, e é impressionantemente simples. Não é preciso ser economista para cuidar de um dinheiro que é nosso. A melhor forma de sair das narrativas ideológicas é apropriar-se dos fatos.
Leia mais



© 2020 Ladislau Dowbor. Criação WowBrazil | Tema original Feelsen por Sérgio Vilar