As empresas que desenvolvem políticas de rsponsabilidade social

Tese de doutorado em Serviço Social, defendida em 19 de junho de 2006, na PUC de são Paulo, sob orientação da profa. Dilséa Bonetti. A banca foi composta pelos professores Ana Rosa da Costa, Maria L[ucia Martinelli, Márcio Sanches e Ladislau Dowbor. Contato Com Célia Santana sob ou… Leia mais

EAD Ciclo de filmes e debates Crise do Capitaslimo dez anos depois – Unisinos – inscrições até 14.09.2018

EAD Ciclo de filmes e debates Crise do Capitaslimo dez anos depois - Unisinos - inscrições até 14.09.2018
O IHU, além da excelente fonte de informação que representa, preparou para nós um Menu de excelentes documentários sobre como funciona o sistema surrealista de exploração e de especulação que hoje caracteriza os bancos e outros intermediários financeiros. O documentário científico constitui hoje uma ferramenta privilegiada de construção do conhecimento. É preciso se inscrever na página (até 14.09) para acessar a plataforma. Aproveite!
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Supercapitalism: the transformation of business, democracy and everyday life – Robert B. Reich, Random House, New York, 2008, ISBN 978-0-307-27799-2

Já fizemos aqui uma nota sobre um livro anterior de Robert Reich, “O futuro do sucesso”, de 2001, que analisa dominantemente as relações do mundo do trabalho. O presente estudo, “Supercapitalism”, é mais ambicioso, ao focar o conjunto das nossas relações econômicas, sociais e culturais, mas parte do mesmo capital… Leia mais

Vídeo sobre a eficiência do agronegócio – 2013, 6 min.

A eficiência tecnológica e de organização tem dois gumes. De um lado, nos assegura alimentos mais baratos. De outro, gera desemprego (substituição de mão-de-obra), alimentos com antibióticos (usados para acelerar crescimento), e produtos que deixam de ser locais, com custos ambientais mais elevados. Os novos rumos apontam para um salto… Leia mais

Juro do cartão chega a 290% ao ano é o maior desde 1999, mostra Anefac – abril – 2015, 1p.

Os juros no Brasil, além de astronômicos, ainda sobem. Encarecem tudo, e dizem que é para proteger o país da inflação. sã juros surrealistas, em geral da ordem de dez vezes o que é praticado na Europa ou nos EUA. Cheque especial ultrapassa 200%. Veja a análise desta dinâmica, e como trava o consumo e os investimentos, em http://dowbor.org/2015/02/ladislau-dowbor-resumo-do-artigo-o-sistema-financeiro-trava-a-economia-do-pais-fev-2015-2p.html/
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SPC Brasil – País encerra maio com 63,29 milhões de inadimplentes, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL – 11/06/2018

A farsa da recuperação: o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) informa na nota de 11 de junho de 2018 o agravamento do endividamento das famílias: "Em números absolutos, estima-se que aproximadamente 63,29 milhões de brasileiros estejam com o CPF restrito para fazer compras a prazo ou contratar crédito." São 5 milhões a mais do que os 58,3 milhões informados em dezembro de 2016, um agravamento radical nos últimos 18 meses. O SPC pesquisa a situação de adultos. Se juntarmos as famílias, estamos falando em cerca de metade da população brasileira. Acrescentem o aumento do desemprego (13 milhões) e da mortalidade infantil e temos a farsa de que deram o golpe para consertar a economia.
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The Public Domain: enclosing the commons of the mind – James Boyle, Yale University Press, New Haven, London, 2008, ISBN 978-0-300-13740-8, 315p.

James Boyle é um dos mais respeitados juristas na área de direitos autorais, na Universidade de Yale, e converge nas opiniões com outro jurista de primeira linha, este de Harvard, que é Lawrence Lessig. Na realidade, está surgindo uma ampla corrente de pesquisa e de sistematização de opiniões sobre o… Leia mais

Ladislau Dowbor – El sistema financiero traba el desarrollo económico de Brasil – julho, 2015, 21p.

Es imperioso debatir sobre la esterilización provocada por el sistema de intermediación financiera, que drena volúmenes impresionantes de recursos que deberían servir al impulso productivo y al desarrollo económico. Los números son conocidos y muy claros; basta unirlos para entender su impacto. La cuenta es simple: el crédito en Brasil representa cerca del 60% de su PIB. Sobre ese volumen operan intereses, que van a manos de los intermediarios financieros. Analizar esa masa de recursos, en su origen y destino, es fundamental. Vale recordar que el banco ejerce una actividad de “medio”: su productividad depende de cuánto le provee al ciclo económico real y no de cuánto extrae de allí en forma de lucro y aplicaciones financieras. Aquí simplemente hemos juntado las piezas conocidas para evidenciar cómo actúa el mecanismo. (L. Dowbor)
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Stefano Quintarelli – A revolução digital e transformações sociais – fev. 2019 – 10p.

Stefano Quintarelli - A revolução digital e transformações sociais -  fev. 2019 - 10p.
O capitalismo está mudando em profundidade. As características essenciais do capitalismo industrial estão sendo deslocadas. Na base das rupturas está a evolução para a economia imaterial, que gera novos tipos de controle (da informação mais do que das máquinas), de organização empresarial (mais plataformas do que fábricas), mais empregos fragmentados do que trabalhadores assalariados formais. Um denominador comum é que toda a máquina que passou a controlar o sistema hoje não está mais na mão de produtores, mas de intermediários dos mais diversos tipos, em particular dos sistemas digitais e financeiros. Um outro mundo está nascendo, e o presente artigo, de Stefano Quintarelli, com amplos traços gerais, constitui um esboço particularmente interessante do nosso futuro. Estamos nas mãos de intermediários.

Ladislau Dowbor – Davos e a América Latina – março, 2014, 2p.

Tivemos um Davos com Dilma. Não como atriz coadjuvante, mas com uma presença marcante e central no evento. Esta presença se deve a uma convergência que foi a tônica da reunião. Pela primeira vez, a desigualdade estava no centro da pauta. Isto nas declarações expressas dos organizadores, e na sequência direta das declarações de Barack Obama de que a marca estruturante do seu governo nos seus anos finais será a redução da desigualdade. Não por outra razão a nossa presidenta teve este destaque: o Brasil é um dos países que conseguiram melhorar, em vez de agravar, a situação. (L. Dowbor)
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Paul Dembinski and Alain Schoenenberger – Financial Markets: Mission impossible?- Charles-Léopold Mayer Foundation for Human Progress – Paris/Lausanne, 1993 – 80p.

Paul Dembinski and Alain Schoenenberger - Financial Markets: Mission impossible?- Charles-Léopold Mayer Foundation for Human Progress - Paris/Lausanne, 1993 - 80p.
Reproduzimos aqui este ensaio que ajuda muito na compreensão do nosso drama estruturalmente mais impactante, que é a transformação das finanças em sistema especulativo, drenando os recursos das famílias, das empresas e dos estados. (Texto em inglês, cerca de 80p.)

Gestão Social e Trabalho Social – São Paulo, Cortez Editora, 2014

A rigidez da visão setorial, a tradição das políticas centralizadas, o temor à transparência e à participação continuam sendo dominantes no sistema, o que torna justamente essencial a luta por um novo protagonismo social por parte das comunidades. A formulação da Carminha é aqui excelente: a proposta “transforma comunidades demandantes em comunidades empreendedoras; promove alternativas para a geração de oportunidades culturais e de trabalho aproveitando vantagens competitivas locais e as energias endógenas do território; desenvolve parcerias estreitas entre os diversos grupos de interesse (organizações comunitárias, produtores locais etc.), o governo, a sociedade e o mercado, instaurando novos valores.
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Jeremy Rifkin – The Zero Marginal Cost Society: the internet of things, the collaborative commons, and the eclipse of capitalism – março – 2015, 2p.

Jeremy Riflkin pinta as transformações da nossa sociedade com traços amplos e ousados. Seria irresponsável se ele não fosse tão bem documentado. O presente livro é muito ambicioso, pois tenta delinear as mudanças geradas pela era internet e pelos novos paradigmas energéticos. Como sempre, apoia os seus argumentos com inúmeros exemplos, que vão desde as formas como o contato peer-to-peer permite sair fora dos intermediários de crédito, até as transformações na área da educação, da logística, da energia e outras áreas. Livro recente, de agradável leitura, traça no horizonte a visão de uma economia menos dominada por gigantes verticalizados e evoluindo para sistemas colaborativos horizontais. Nesta era de transformações confusas e multifacetadas, este tipo de recuo e de ampla visão ajuda muito. (L. Dowbor)
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Os descaminhos do dinheiro: apropriação via juros oficiais (parte II) – outubro – 2012, 3p.

A maior apropriação privada de recursos públicos no Brasil, além de legal, criou a sua justificação ética, a de estar combatendo a inflação: trata-se da taxa Selic. Como muitos sabem, e a imensa maioria não sabe, a Selic é a taxa de juros que o governo paga aos que aplicam dinheiro em títulos do governo, gerando a dívida pública. A invenção da taxa Selic elevada também é uma inciativa dos governos nos anos 1990. Tipicamente, passou-se a pagar, a partir de 1996, já com inflação baixa, entre 25 e 30% sobre a dívida pública. Os intermediários financeiros passaram a dispor de um sistema formal e oficial de acesso aos nossos impostos. Vejamos como funciona. (L. Dowbor)
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OXFAM – Uma Economia para os 99% – 2017 (13p.)

OXFAM - Uma Economia para os 99% - 2017 (13p.)
Desigualdade parece tema batido. Mas não se trata apenas de injustiça: é um mecanismo que trava a economia, gera explosões sociais, desarticula a sociedade como um todo. Estamos muito além da mais-valia tradicional nas empresas produtivas. A mais-valia financeira permite explorar tanto governos com a dívida pública, quanto empresas e pessoas físicas, gerando uma classe de intermediários financeiros que não só não financiam a produção, o consumo e os investimentos públicos, os motores da economia, como os paralisam. Estamos na era da acumulação improdutiva de patrimônio, descapitalização da sociedade. É uma desorganização sistêmica. A reforma do sistema financeiro global (e nacional no Brasil) constitui o desafio central. Enriquecimento sem a contrapartida produtiva, "unearned income" na terminologia inglesa, gera rentistas ricos e economias travadas.
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Hudson, Michael – Killing the Host: how financial parasites and debt destroy the global economy – Islet, Baskerville, 2015

Hudson, Michael – Killing the Host: how financial parasites and debt destroy the global economy -  Islet, Baskerville, 2015
O livro de Michael Hudson, Killing the Host (matando o hospedeiro), constitui uma análise de primeira linha sobre os sistemas financeiros dos Estados Unidos e de outros países, e com um enfoque que fica claro desde o próprio subtítulo: Como parasitas financeiros e a dívida destroem a economia global. Somando-se aos estudos recentes de Ellen Brown, de Epstein e Montecino, bem como de Joseph Stiglitz, esta pesquisa nos permite entender esta estranha arquitetura que o capitalismo financeiro gerou no nível planetário. E como Hudson analisa os formatos de enraizamento e apropriação do poder que os sistemas financeiros adotam nos diversos países, começamos entender este animal estranho em que o global não está “lá fora”, mas dentro das dinâmicas nacionais. E não há como não ficar impressionado com a semelhança do modelo financeiro imposto à sociedade americana com os nossos próprios dramas.
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Curso “A Economia ao Alcance de Todos” – Instituto Paulo Freire – início: 05.02.2019 – Inscrições abertas

Curso "A Economia ao Alcance de Todos" - Instituto Paulo Freire - início: 05.02.2019 - Inscrições abertas
O Curso ‘A Economia ao Alcance de Todos’ – Por uma Pedagogia da Pergunta tem por objetivo contribuir para esclarecer e fazer chegar a todas as pessoas como a riqueza do mundo, produzida pelo trabalho, é capturada pelos bancos e seus intermediários financeiros para investir apenas em capital especulativo. Ao participar deste curso, o(a) cursista tem a compreensão sobre o funcionamento da economia; passa-se a entender seus conceitos fundamentais que estão presentes na nossa vida cotidiana, mas que quase nunca são explicados nas escolas e na sociedade em geral. Inscreva-se já: www.unifreire.online
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Ladislau Dowbor – Pikettismos (6) – A armadilha da dívida pública – junho – 2014, 3p.

A dinâmica particular que vemos aqui, e que aparece na parte final do estudo do Piketty, é que os sistemas de gestão financeira que aplicam as grandes fortunas desenvolveram um segundo mecanismo, que consiste em se apropriar dos recursos públicos por meio da dívida pública. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor e Helio Silva (Org.) – Propriedade intelectual e direito à informação – EDUC, 2014

Há neste universo da criatividade três atores principais: antes de tudo, quem cria – os pesquisadores, músicos, escritores, cientistas, inovadores culturais. Depois, o imenso universo dos usuários que não só se apropriam, como divulgam e re-criam, na linha do que hoje se chama de “remix”, ou dos “prosumidores” que tanto consomem como produzem conhecimento. E finalmente os intermediários, que buscam maximizar o lucro, mas frequentemente sobreviver, e que precisam entender que há novas regras do jogo. Não basta criminalizar a livre circulação do conhecimento, ou de estender copyrights e patentes indefinidamente, e muito menos em nome de proteger o autor. Entre os três universos, um novo equilíbrio precisa ser encontrado. Participam, além dos organizdores, Laymert dos Santos, Francisco Caminati, Carlos Seabra, André de Mello e Souza, Leonardo Trevisan, Alan Angeluci, Daniel Gatti, e Diogo Cortiz.
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Knowledge wants to be free too – Peter Eckersley, News Scientist, p. 28/29, 27 – June – 2009

Peter Eckersley, News Scientist, p. 28/29, 27 June 2009 O artigo de Peter Eckersley, Knowldedge Wants to be Free Too, é sobre um dos problemas-chave da atualidade, a propriedade intelectual, direito que hoje se resume bem mais à propriedade dos intermediários que administram os meios físicos de divulgação, do que… Leia mais

Reinventando o Capital/Dinheiro – Rose Marie Muraro – Reinventando o Capital/Dinheiro – Ed. Ideias e Letras, 2012

Rose Marie Muraro, com milhões de exemplares de livros já editados, dispensa apresentação. O original no presente livro, Reinventando o Capital-Dinheiro, é que esta cientista e batalhadora social, com o profundo conhecimento tecnológico de que dispõe, resolveu dar vazão à sua indignação quanto à apropriação indébita dos frutos que as tecnologias nos permitem obter. A apropriação se dá por mecanismos financeiros, sobre os quais os comuns dos mortais confessam em geral a sua completa ignorância. Esta ignorância gera a facilidade com a qual os intermediários financeiros se apropriam de um produto que não produziram. É tão mais fácil ganhar dinheiro com dinheiro, do que por exemplo produzir trigo ou sapatos. Marcus Arruda e Ladislau Dowbor colaboram marginalmente com um prefácio que reflete o entusiasmo que vale a pena adotarmos todos: as finanças não são um espaço privativo de economistas e de banqueiros, trata-se da apropriação dos frutos do trabalho de todos nós. Como em tantos casos clássicos, não-economistas trazem por vezes mais bom-senso do que os especialistas de sempre.
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Crise financeira e grandes fortunas dos EUA – outubro – 2012, 1p.

Crise financeira e grandes fortunas dos EUA - outubro - 2012, 1p.
As pessoas não têm ideia, quando se fala de concentração de renda e da crise financeira, da real dimensão das coisas. No gráfico, foi apresentada a evolução nos últimos 30 anos, e a renda em dólares. Basicamente, os 20% mais pobres praticamente não mudaram de situação. Os 60% intermediários mudaram… Leia mais

Ladislau Dowbor – 5 pontos para você entender como o sistema financeiro leva nossa economia para o buraco – julho – 2015, 2p.

O sistema financeiro representa hoje no Brasil (e não só) o principal entrave ao desenvolvimento. O presente dossiê organizado por Carta Maior permite uma visão ampla do seu funcionamento. Veja artigos de Conceição Tavares, Márcio Pochmann e muitos outros, além da minha nota introdutória. Não é assunto de economista, é de todos nós. (L. Dowbor)
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