Livros em colaboração

João Décio Passos (Org.) – A Pandemia do Coronavírus: onde estivemos? Para onde vamos? – Paulinas, 2020

João Décio Passos (Org.) - A Pandemia do Coronavírus: onde estivemos? Para onde vamos? - Paulinas, 2020
Procuramos entender a dimensão dos desafios que temos pela frente. Estamos destruindo a vida no planeta, gerando uma desigualdade explosiva, atolando em sistemas financeiros extorsivos, enfrentando políticos surrealistas, e como se não bastasse, paralisados pelo coronavírus. Os 15 textos aqui reunidos abrem um leque de visões que nos ajudam, pois essa convergência de crises nos obriga todos a refletir. Temos de reinventar os caminhos.
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Anjuli Tostes, Hugo Melo Filho (Org.) – Quarentena: reflexões sobre a pandemia – Projeto Editoral Praxis – 2020

Anjuli Tostes, Hugo Melo Filho (Org.) - Quarentena: reflexões sobre a pandemia - Projeto Editoral Praxis - 2020
A crise sanitária desabou sobre um planeta despreparado, em convulsão com as catástrofes ambientais, a desigualdade explosiva, o caos financeiro que enriquece especuladores em vez de financiar o que precisamos. Estamos enfrentando uma convergência de crises, e as soluções não estão no resgate do passado, mas na construção de um sistema planetário que funcione. O choque sanitário e a paralisia econômica nos despertam para novos rumos. Aqui 26 textos de pessoas de diversas áreas profissionais, vários nomes de primeira linha mundial, permitindo uma visão de conjunto. Vale muito a pena, o livro está disponível online gratuitamente, parece que a moda está pegando.
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Paulo Roberto Padilha e Janaína Abreu – A economia ao alcance de todos – Instituto Paulo Freire, São Paulo, 2019, 59 p.

A economia só se torna complicada quando queremos tapar o sol com a peneira. Na realidade, se trata do nosso dinheiro, dos nossos empregos, e todos precisamos entender o básico. Não é coisa de economista, é apenas bom senso. O exercício que empreendemos neste curso vai precisamente nesse sentido, utilizando como ponto de partida o meu livro, A Era do Capital Improdutivo, e a sua versão em vídeos de 10 minutos, um por capítulo. O livro online que aqui apresentamos representa contribuições de pessoas que fizeram o curso.
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Jacek Żakowski, Oblężona Demokracja: Rozmowy – “SIC!”, Warszawa, 2019, 384 str

Powstała nowa rzeczywistość, do której nie pasują stare instytucje. Potężne procesy wymknęły się spod demokratycznej kontroli, wpychając nas w chaos, nad którym nikt nie umie zapanować. Wzrost roli pieniędzy w polityce, erozja społeczeństw obywatelskich, wyparcie etyki obowiązku przez etykę samorealizacji, ekonomizacja kultury, wszechogarniająca globalizacja, finansjalizacja gospodarki i relacji społecznych...Jacek Żakowski te kwestje przedstawił badawcom z różnych dziedzin, z różnych krajów, i w gruncie bardzo znanych osobistości. Wynikające wywiady, 27, są ogromnie interesujące, bo krótkie, żywe i dotyczące naszych czołowych wyzwań. Ostre dialogi, tekst płynie, bardzo warto.
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Marilena Lino de Almeida Lavorato (Org.). BenchMais 4 : as 388 melhores práticas em gestão socioambiental do Brasil. São Paulo: Biografia, 2019. 184 p.

O quarto volume da série segue o padrão das edições anteriores com coletânea de artigos assinados por especialistas e resumos dos cases Benchmarking selecionados no período 2015 a 2018. Os cases são avaliados por banca internacional e aqueles que obtém score (a partir de 7.1) são certificados Benchmarking pela excelência das práticas adotadas e depois compartilhados em livros, revistas, vídeos e fóruns. Os cases organizados por edições, temáticas gerenciais e ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) se tornam um rico acervo de consulta e pesquisa para aqueles que querem aperfeiçoar-se com as inovações e práticas de excelência da gestão da sustentabilidade nas organizações. BenchMais 4 reúne 5 artigos e 388 cases.
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Ivanilda Barbosa, Silvana Elias e Vânia Resende (Org.)- O Brasil à luz do espelho – FFLCH-Humanitas, 2019

Ivanilda Barbosa, Silvana Elias e Vânia Resende (Org.)- O Brasil à luz do espelho - FFLCH-Humanitas, 2019
Mais do que nunca precisamos de reflexão, de trocarmos as nossas visões, construirmos convergências. Este livro reúne 54 contribuições curtas e diretas de pesquisadores de diversas áreas, constituindo, segundo os organizadores, "uma pedagogia da resistência" contra o embrutecimento das relações humanas e o anti-intelectualismo. Uma ferramenta para todos nós.
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Maria Amélia Corá e Rodrigo Motta (Orgs.) – Intersetorialidade e Redes: A trajetória do intelectual Luciano Prates Junqueira – Labrador Universitário, São Paulo 2019

Luciano Junqueira pensa organizações sociais de maneira integrada. Intersetorialidade, potencial das redes horizontais, impactos das novas tecnologias, sistemas participativos de gestão social, inovações no terceiro setor fazem parte desse universo de pesquisa sobre uma sociedade que busca novos rumos. “Intersetorialidade e Redes” é uma bela iniciativa que reuniu vários pesquisadores que trabalham na mesma linha de Luciano e decidiram prestar esta homenagem da melhor forma: apresentando pesquisas.
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Jacek Zakowski (Org.) – Almanach – Concilium Civitas; Fundacja Collegium Civitas – 2019/2020

The Concilium Civitas international conference in Warsaw brought together eminent social scientists working at the world’s leading universities in economics, politics, history and others. The common concern is the deep deformation of political processes around the world, with right-wing populist regimes taking over in Poland, Brazil, US and other countries. My paper here is about Our Common Challenges. The world has changed. By this I mean a systemic transformation, not some cosmetic adjustments to the industrial capitalism we thought of as the definitive way of life. The complete book, Concilium Civitas 2019 Almanac is online in English, and both online and as paper-book in Polish.
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Ivo Lesbaupin, Mauri Cruz (Orgs) – Novos Paradigmas para Outro Mundo Possível – Usina Editora/Abong, 2019

Estamos vivendo mudanças muito aceleradas. Os nossos paradigmas de análise se deslocam, e este livro que pensa as dinâmicas sociais e econômicas, questões básicas do bem-estar das pessoas, do meio-ambiente e dos valores que nos orientam, ajuda muito. Organizado por Ivo Lesbaupin e Mauri Cruz, traz nomes fortes como Leonardo Boff, Roberto Malvezzi, Marcos Arruda, Pablo Solón e vários outros. O meu artigo, A Burrice no Poder, (páginas 9 a 34) eu achei muito inteligente, mas sou suspeito.
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Neusa Serra, Hamilton Faria – The solidarity economy of culture and cultural citizenship in the ABC Region of São Paulo, Brazil – Cambridge Scholars Publishing, 2018

Neusa Serra, Hamilton Faria - The solidarity economy of culture and cultural citizenship in the ABC Region of São Paulo, Brazil - Cambridge Scholars Publishing, 2018
The cultural dimension of development is seldom at the center of debates, and even culture is more frequently seen as entertainment industry rather than an essential aspect of daily life in communities. This little book centers on cultural citizenship, with a description of numerous popular initiatives that belong to the solidarity economy. Dowbor's chapter, The Solidarity Economy: New Cultural Paradigms, brings out the more general aspects, but mostly the different cultural popular movements are presented by the protagonists themselves.
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Paulo Cannabrava Filho – A Governabilidade Impossível – Alameda Editorial (2018) – 316p.

A ampla retrospectiva que Paulo Cannabrava traz neste livro nos permite ter um recuo relativamente ao caos e gritaria que hoje caracterizam a política no Brasil. Em nome de “consertar o país”, estão destruindo a democracia, entregando petróleo, terras e empresas, liquidando direitos dos trabalhadores, desarticulando políticas sociais básicas nas áreas de saúde e educação – enfim, gerando uma grande farra que articula oligarquias nacionais e interesses transnacionais, não mais contidos pelas instituições, por regras do jogo democráticas. Daí o título do livro se referir à governabilidade e à ruptura institucional. Quando se violam instituições, prevalece apenas a lei do mais forte. A máfia sempre soube se vestir com ternos elegantes, mas os procedimentos são simplesmente mafiosos. Os discursos são de ordem, mas o efeito é o caos.
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Culture Report Eunic Yearbook – 2017/2018 – v. 9 – ifa / Eunic

Trump, Putin, Erdoğan: Europe faces many challenges. What role can culture play in overcoming xenophobia, hate, anger and anxiety? How should Europe deal with post-truth populism, nationalism and Twitter democracy? And can culture be one of the keys to restoring Europe’s lost confidence and breathing new life into European values? It is a historical irony that, just as we find ourselves in a time of existential crisis, the European Union has been working on new strategic proposals for international cultural relations. Will they provide urgently needed answers to the problems threatening the Union’s cohesion? What chance does the proposed concerted approach have in the face of growing nationalist tendencies? These are just some of the questions to which Slavoj Žižek, Jagoda Marinič, Timothy Garton Ash, Navid Kermani, Heribert Prantl, Claus Leggewie and other contributors to this volume seek answers.
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Jessé Souza e Rafael Valim (Org.). Resgatar o Brasil. Contracorrente e Boitempo, 2018

Neste momento dramático da história nacional, as editoras Contracorrente e Boitempo lançam a coletânea Resgatar o Brasil, coordenada pelos professores Jessé Souza e Rafael Valim. Além deles, Gilberto Maringoni, Ladislau Dowbor, Maria Lucia Fattorelli, André Horta e Luis Nassif contribuem com artigos inéditos que dissecam, de maneira franca e acessível, os problemas centrais do Brasil e apontam os verdadeiros inimigos do povo brasileiro. O falso discurso contra a corrupção, o cínico estado de exceção jurisdicional implantado no país, as consequências geopolíticas do golpe de Estado de 2016, a rapinagem do sistema financeiro, o esquema espúrio da dívida pública, o injusto sistema tributário nacional que beneficia 1% da população e penaliza os outros 99% e a cartelização da mídia são analisados como parte da mesma engrenagem cujo resultado é o eterno atraso de nosso país e a exclusão social, econômica e política da maioria de sua população.
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Moacir Gadotti e Martin Carnoy (Orgs) – Reinventando Freire: a práxis do Instituto Paulo Freire – Instituto Paulo Freire, Lemann Center e Stanford Graduate School of Education, São Paulo, 2018

Perguntado sobre a sociedade que almejava, Paulo Freire disse um dia que queria “uma sociedade menos malvada”. Com simplicidade, enunciava o que nos preocupa a todos. Ele que entendeu o acesso ao conhecimento como um vetor chave da luta contra a opressão, continua mais atual do que nunca nessa era da sociedade do conhecimento. A “Pedagogia do Oprimido” faz 50 anos, e o presente volume reuniu aportes de um grande número de pesquisadores e de instituições que expandem o legado de Paulo Freire pelo mundo. A coletânea constitui um retrato amplo e atual de como o legado do educador se expande pelo mundo. O capítulo de Ladislau Dowbor, Por uma pedagogia da economia, ajuda a entender como o ensino da economia tornou-se essencial para a compreensão das novas formas de exploração e das novas oportunidades que surgem.
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Eduardo Fagnani (Org). A Reforma Tributária Necessária. ANFIP/FENAFISCO/Plataforma Política Social, São Paulo, 2018

Esse trabalho de excepcional envergadura trata de um problema central no Brasil: Os pobres pagam proporcionalmente mais impostos do que os ricos e em particular os rentistas improdutivos, e o arrecadado é pessimamente utilizado, privilegiando juros sobre a dívida pública em vez do investimento público em infraestruturas e políticas sociais. Neste país dos mais desiguais do mundo, um sistema tributário que agrava os desequilíbrios em vez de restabelecê-los inviabiliza o país. O livro reuniu cerca de 40 especialistas e, em vez de proclamações ideológicas e besteiras como o “impostômetro” e patos amarelados, aponta claramente para as transformações não só possíveis, como necessárias. Como os capítulos tratam de diversas áreas, podem ser lidos de forma independente, mas a visão de conjunto que emerge é essencial. Trata-se do nosso dinheiro. Entender como o seu uso é deformado ajuda muito a ultrapassar a farsa política e econômica que hoje vivemos. Uma excelente ferramenta de trabalho.
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Aloizio Mercadante e Marcelo Zero (Orgs.) – Governos do PT, um legado para o futuro – São Paulo, Fundação Perseu Abramo, CLACSO, 2018

Aloizio Mercadante e Marcelo Zero coordenaram um amplo trabalho sobre alternativas de desenvolvimento para o Brasil. Uma importante síntese de avaliações e de propostas, que ajuda muito nessa era semeada de bobagens e de simplificações ideológicas, quando não de bandidagem. A verdade é que sabemos o que deve ser feito, e o grande desafio é construirmos força suficiente no polo progressista da sociedade para que as propostas possam se tornar realidade. A presente sistematização ajuda muito nessa tarefa, ao tornar os caminhos mais claros. Com viés de esquerda? Sem dúvida, mas a objetividade não se encontra na neutralidade de valores, e sim na sua honesta explicitação.
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Marcos Sorrentino, Maria Henriqueta Raymundo, Simone Portugal, Fernanda de Moraes e Rafael Falcão da Silva (Orgs.) – Educação, agroecologia e bem viver: transição ambientalista para sociedades sustentáveis – USP/ESALQ/CNPq, Piracicaba 2018,343 p.

O curto prazo domina. Na agricultura, que depende da manutenção da fertilidade do solo no longo prazo, isso pode ser crítico. Só nas áreas de semi-árido do planeta estamos esterilizando cerca de 70 mil quilômetros quadrados de solo agrícola por ano. O uso excessivo ou irresponsável de agrotóxicos envenena a vida e contamina as águas. O mundo rural tem de ser repensado numa visão de harmonia entre a atividade econômica produtiva, a base viva do solo e a sociedade. Os organizadores juntaram aqui 20 textos de grande interesse para uma compreensão da agroecologia, e produziram um excelente instrumento de trabalho em particular para quem trabalha com educação ambiental ou com cursos de agronomia. O capítulo de Ladislau Dowbor, “A difícil transição para sociedades sustentáveis”, apresenta o contexto econômico dessas transformações.
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Regina Gadelha e Joaquim Racy (Orgs.) – Sustentabilidade Global e Realidade Brasileira – Ed. Appris, Curitiba, 2018

A Carta Encíclica Laudato Sí, do Papa Francisco, representa ao mesmo tempo um apelo e uma denúncia: a verdade é que estamos destruindo o planeta que nos sustenta, com políticas irresponsáveis. Os organizadores reuniram aqui textos fortes e diretos sobre os nossos desafios. A primeira parte, sobre globalização, política, sustentabilidade e meio ambiente, reúne quatro artigos de pesquisadores das relações internacionais e economia; a segunda parte discute direito ambiental ligado à teoria de risco, sustentabilidade e cidadania, bem como crise hídrica e energética, desertificação e destruição socioambiental. Artigos fortes e diretos.
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Ivo Lesbaupin,e Evanildo da Silva (Orgs.) – Para além do desenvolvimento – Abong/Iser, São Paulo, 2017, 165p.

Ainda há pouco tempo se proclamava o fim da história e que “não havia alternativas”. Teríamos inventado o sistema funcional definitivo. Da crise de 2008 para cá, ampliam-se os desastres sociais, ambientais, econômicos e políticos. Buscar alternativas é essencial. O presente trabalho reúne várias visões, de uma dezena de pesquisadores, sobre os novos caminhos. Envolve desde os novos conceitos de desenvolvimento até as mudanças de paradigmas na gestão da energia e da água, ou ainda as novas experiências de governança das cidades. No conjunto um livro muito atual e com boas bibliografias, um excelente instrumento de trabalho. Dowbor participa com dois capítulos, sobre como foi travado o desenvolvimento no Brasil, e como se governam – e nos governam – as grandes corporações.
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Marcos Paulo Griebele e Mario Riedl (Orgs.). Dicionário de desenvolvimento regional – Ed. Conceito, Porto Alegre, 2017

Os autores organizaram uma pequena enciclopédia temática com artigos curtos, tipicamente de 2 ou 3 páginas, sobre temas como governança territorial, metropolização, políticas de emprego e outros. Achei uma ferramenta muito útil nesta área sempre subestimada no Brasil. Eu contribuí com os temas Democracia Econômica, Economia Sustentável e Processo Produtivo. Sugiro que disponibilizem online, forma mais útil de consulta para este tipo de material.
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Luciano Junqueira e Roberto Padula (orgs.) – Aprendizagem no ensino superior no século XXI – Tiki Books – São Paulo 2017, 350p.

Os desafios do ensino superior se deslocam profundamente, tanto pela centralidade do conhecimento no conjunto das atividades humanas, como pelas transformações tecnológicas que desmaterializaram o conhecimento e o tornam universalmente acessível, no quadro de uma conectividade generalizada. Aqui 16 artigos analisam esses desafios.
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Luciano Prates Junqueira e Maria Amélia Corá (Orgs.) – Redes e intersetorialidade – 2017

As transformações planetárias se aceleram, mas a tendência é utilizarmos as mesmas categorias de análise de sempre. Os processos sociais estão se deslocando. O principal fator de produção, o conhecimento, é imaterial e o seu uso não reduz o estoque. O paradigma do raciocínio econômico se desloca assim da competição (bens rivais, propriedade privada) para a colaboração (bens não rivais, o conhecimento compartilhado se multiplica). A conectividade planetária, para além do Face e semelhantes, gera um imenso potencial de articulação direta entre atores sociais sem precisar de intermediários. Os principais setores econômicos já não são indústria e agricultura, mas sistemas de intermediação como as finanças, e as políticas sociais como saúde e educação. Um outro paradigma de gestão social está emergindo. As pessoas estão aprendendo, aos poucos pois as tecnologias avançam muito mais rapidamente do que a nossa cultura de trabalho, a trabalhar em rede. A presente coletânea reuniu pesquisadores que mostram como a colaboração em rede transforma as formas de organização dos diversos setores de atividade.
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Emir Sader (org.) – O Brasil que queremos – LPP/UERJ, 2016 (255p.)

Se o golpe parlamentar, que travou o Brasil, teve alguma utilidade foi de recolocar na mesa de discussões as grandes opções com as quais o Brasil se defronta. Neste pequeno volume, os organizadores conseguiram reunir 18 visões, incluindo um desafio de Lula, uma análise de conjuntura do Emir Sader, explicitação das dimensões constitucionais de Dalmo Dallari, e uma série muito coerente de textos sobre os rumos necessários nas áreas da economia (Belluzzo) e finanças (Dowbor), com Ricardo Lodi sobre a tributação, Luiz Pinguelli sobre as opções energéticas, Celso Amorim sobre a política externa, Tereza Campello sobre o combate à pobreza, Márcio Pochmann sobre políticas educacionais, Alexandre Padilha sobre direitos à saúde, Luiz de Carvalho sobre política ambiental, Marilena Chauí sobre política cultural, Bernardo Fernandes sobre política agrária, Marcia Tiburi sobre gênero, Nilma Gomes sobre igualdade racial, Renato Rovai sobre democracia e comunicação e, para ajuda geral, visão de utopia de Leonardo Boff. Uma ferramenta de trabalho para todos nós, excelente painel sobre os nossos grandes desafios. O volume está sendo lançado em diversos eventos pelo Brasil.
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