Piketty

Ladislau Dowbor – Pikettismos: relexões sobre o Capital no Século XXI – julho – 2014, 17p.

Artigo que reúne e articula 8 notas anteriormente divulgadas como "Pikettismos". O Capital no Século XXI não é moda, é conteúdo. A verdade é que Thomas Piketty, com a força da juventude e uma saudável distância das polarizações ideológicas que tanto permeiam a análise econômica, abriu novas janelas, trouxe vento fresco, nos permitiu deslocar a visão. Se bem que o problema da distribuição da renda sempre estivesse presente nas discussões, a teoria econômica terminou centrando-se muito mais no PIB, na produção de bens e serviços, e muito insuficientemente na repartição e nos mecanismos que aumentam ou reduzem a desigualdade. (L.Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos (8) – uma utopia útil? – junho – 2014, 2p.

Piketty desanca a desigualdade, os folgados que vivem de renda, os preconceituosos de diversos tipos, traz no decorrer de todo o texto o sentimento de estarmos acompanhando um pesquisador que tem cabeça aberta, e profunda compreensão dos mecanismos econômicos, inclusive da hipocrisia com a qual elites justificam as suas fortunas. É claramente um humanista. Mas classificar a sua obra além disto resiste às nossas divisões ideológicas tradicionais. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos (7): o imposto progressivo sobre o capital – junho – 2014, 2p.

A visão mais ampla em termos propositivos está na linha de um imposto progressivo sobre o capital acumulado. Já que os mecanismos de mercado, neste caso, em vez de gerar equilíbrios, geram um processo cumulativo de desigualdade, uma espiral descontrolada de enriquecimento cada vez menos vinculado à contribuição produtiva, uma intervenção institucional para organizar a redistribuição torna-se indispensável. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos (6) – A armadilha da dívida pública – junho – 2014, 3p.

A dinâmica particular que vemos aqui, e que aparece na parte final do estudo do Piketty, é que os sistemas de gestão financeira que aplicam as grandes fortunas desenvolveram um segundo mecanismo, que consiste em se apropriar dos recursos públicos por meio da dívida pública. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos: a origem das fortunas (5) – junho – 2014, 3p.

origem das fortunas, e por sua vez das desigualdades, nem sempre se localiza numa garagem, e muito menos a sua reprodução e ampliação ulterior. Basicamente, se trata de herança, de aplicações financeiras, e dos mega-salários utilizados em algumas grandes corporações. As dinâmicas, naturalmente, são frequentemente articuladas. E joga um papel importante o controle ou capacidade de pressão sobre os governos. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos: riqueza e merecimento (4) – junho – 2014, 3p.

A riqueza dos ricos é merecida? Quando os gestores ganham 300 vezes mais do que os trabalhadores na base da empresa, distância impressionante e que cresceu dramaticamente nas últimas décadas, podemos sem dúvida nos colocar questionamentos éticos. Eles, naturalmente, não têm 300 vezes mais filhos. Ninguém precisa de tanto dinheiro, tanto assim que o essencial destes ganhos se transforma em aplicações financeiras, que simplesmente drenam recursos das atividades produtivas para assegurar rendimentos financeiros. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos: renda e patrimônio (3) – junho – 2014, 3p.

O fato do livro do Piketty se basear na distinção entre o fluxo anual de renda e o estoque de riqueza acumulada, permite deixar muito mais claro o processo cumulativo de desigualdade que se construiu na sociedade moderna. Como além disto o poder político dos mais ricos permitiu passar leis que desregulam a especulação financeira e que reduzem drasticamente o imposto sobre a fortuna ou sobre transmissões de herança, fica clara a falha estrutural do sistema em termos de equilíbrios de longo prazo. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos: o lugar da ciência econômica (2) – junho – 2014, 2p.

Um dos aportes fundamentais do Capital no Século XXI, é o de recolocar a economia no seu devido lugar, como uma das áreas das ciências sociais, voltando com isto a ser “economia política”, como na sua origem, ou seja, o estudo da dimensão econômica dos diversos processos da reprodução social. Com isto, o estudo dos mecanismos econômicos volta a ter pé e cabeça, ao ser compreendido nas suas complexas interações com a política, com os mecanismos de poder sob suas diversas formas, com os valores sociais das diferentes épocas e culturas. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Pikettismos: a desigualdade na mira (1) – junho – 2014, 3p.

A verdade é que Thomas Piketty, com a força da juventude e uma saudável distância das polarizações ideológicas que tanto permeiam a análise econômica, abriu novas janelas, trouxe vento fresco, nos permitiu deslocar a visão. Se bem que o problema da distribuição da renda sempre estivesse presente nas discussões, a teoria econômica terminou centrando-se muito mais no PIB, na produção de bens e serviços, e muito insuficientemente na repartição e nos mecanismos que aumentam ou reduzem a desigualdade. (L.Dowbor)
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