Neste espaço solto de coisas divertidas ou agradáveis, lembrei de colocar um poema do português Antonio Gedeão, de rara beleza. Tinha lido na Africa. E ficou na minha memória apenas esta verso: “Somos  confusos como as florestas… coloquei no google, e encontrei inteiro. (L. Dowbor) Somos confusos como as florestas… Leia mais