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Para fazer download basta clicar nas imagens ou no título das publicações:

 

L. Dowbor –  A Era do Capital Improdutivo – Outras Palavras & Autonomia Literária – São Paulo 2017, 316 p.

O livro traz a síntese dos estudos que venho fazendo nos últimos anos sobre o sistema financeiro. Trabalho com dados e pesquisas recentes que demonstram a necessidade de regulação desse sistema. Não se trata de acabar com os bancos, mas de exigirmos processos regulatórios que controlem o imenso poder que hoje as corporações detêm. Um poder que, sem ser eleito, derruba democracias, impede que governos realizem políticas públicas, asfixia a capacidade de investimento das empresas nacionais e reduz drasticamente a renda das famílias e de cada um de nós. Um poder que se autofinancia por meio da especulação e se torna cada dia mais forte. Sua fragilidade, porém, é óbvia: trata-se de um capital improdutivo. Um sistema criado e fortalecido às custas de quem trabalha e efetivamente produz, cujo poder depende do desconhecimento da população que nada sabe sobre os mecanismos do sistema financeiro. Este trabalho é uma contribuição neste sentido. Aqui disponibilizamos o texto na íntegra: http://dowbor.org/blog/wp-content/uploads/2012/06/a_era_do_capital_improdutivo_2_impressãoV2.pdf. Para uso com alunos ou com grupos de pesquisa o acesso online facilita muito o trabalho. O texto online também facilita o acesso aos links com as fontes originais das pesquisas. O uso do livro impresso e o acesso online são formas essencialmente complementares. Quem quiser adquiri-lo, basta clicar em: http://autonomialiteraria.com.br/…/a-era-do-capital-improd…/. Está também nas livrarias.

L.Dowbor – Co To Za Gra? Nowe Podejscia do ekonomii, Ksiazka i Prasa/Le Monde Diplomatique – Varsóvia 2017, 253p. ISBN 978-83-65304-50-6

Dziś już nie sposób negować rozmachu wyzwań, wobec których stoimy. Jednym z pośrednich rezultatów wprowadzania technologii informacji i komunikacji, w powiązaniu z badaniami na wszystkich poziomach, jest wyraźna widoczność rozmachu impasów. Nie chodzi o dyskursy akademickie ani o gadaninę polityczną. Chodzi o surowe i już dość wiarygodne dane o procesach, które dosięgają nas wszystkich. Czytanie w gazecie o nieszczęściach tego świata i wzdychanie na myśl o smutnych, ale odległych sprawach stopniowo zastępuje świadomość, że tu chodzi o nas samych, o nasze dzieci, że każdy z nas ponosi za to odpowiedzialność.

L. Dowbor – O que é poder local, (Edição revista e atualizada em 2016),  maio, 2016

Nesta era de crise geral de representatividade e fragilização nos níveis mais amplos, o poder local oferece oportunidades importantes. Nos 5.570 municípios do Brasil, com tantas cidades pequenas e médias, podemos gerar um ambiente mais saudável, riqueza de vida cultural, espaços de lazer, sistemas locais de crédito, melhor educação e assim por diante. No nível local, as pessoas podem se organizar para que a sua cidade, com o entorno rural, passe m a funcionar de maneira inteligente, gerando mais resiliência e bem-estar. Aqui, em poucas páginas, exemplos e propostas de como o espaço local pode funcionar melhor.

PS: Para obter este livro impresso apenas pelo custo gráfico, para fins não comerciais, contate através do e-mail eticaeditora@gmail.com (a partir de 50 exemplares)

Download do livro aqui (pdf).

Vejam a dimensão brasileira da financeirização planetária. Basicamente, os crediários, cartões de crédito e juros bancários para pessoa física travam a demanda, pois tipicamente o comprador paga o dobro do valor do produto, endivida-se muito comprando pouco, o que esteriliza o impacto de dinamização da economia pela demanda. Os juros elevados para pessoa jurídica travam por sua vez o investimento, isto que o empresário efetivamente produtivo já enfrenta a fragilidade da demanda. E a taxa Selic elevada, ao provocar a transferência de centenas de bilhões dos nosso impostos para os bancos e outros aplicadores financeiros, trava a capacidade do Estado expandir políticas sociais e infraestruturas. Os três eixos que impulsionam uma economia se vêm assim prejudicados. O dreno financeiro constitui a principal trava da economia. (L. Dowbor)
PS: Para obter este livro impresso apenas pelo custo gráfico, para fins não comerciais, contate através do e-mail eticaeditora@gmail.com (a partir de 50 exemplares)

L. Dowbor – O pão nosso de cada dia: os processos produtivos no Brasil – Ed. Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2015,144p. ISBN 978-85-7643-266-1 

Temos todos de ganhar o pão nosso de cada dia. Os debates sobre economia têm sido dominados por argumentos ideológicos, o que é até compreensível, pois temos tendência a achar racional o que corresponde aos nossos interesses. Mas é cada vez mais necessário levar em conta o bem comum, pois os excessos de desigualdade e a destruição ambiental só levam a impasses.  Ideologias a parte, temos de rever, setor por setor, o que funciona. Este pequeno livro apresenta de maneira simples (mas não simplória) os mecanismos básicos dos processos produtivos, com a sua diversidade de soluções ou deformações. A visão é a de uma economia mista, pois precisamos sim de mercados mas com regulação social, do planejamento mas com processos democráticos, de gestão participativa mas com os níveis adequados de informação e assim por diante. A sociedade moderna é complexa, e as simplificações ideológicas simplesmente não resolvem. Essa publicação é a atualização da primeira parte de Os Mecanismos Econômicos – Ladislau Dowbor – Abril 2014, 112 p.

Para obter o livro impresso a custo de gráfica, para fins não comerciais, contacte Ailton, da Editora da Fundação Perseu Abramo ailton@fpabramo.org.br tel. (11) 5571.4299.

Acesse o pdf do livro clicando aqui

Os Mecanismos Econômicos – Ladislau Dowbor – Abril 2014, 112 p. 

Este livro de tamanho modesto visa dar uma visão de conjunto de como funciona a economia. São mecanismos mesmo: como se trata do bolso de todos nós, é importante que muito mais gente entenda como funciona. E na realidade economia só é complicada quando se trata de esconder o sol com a peneira. Usamos um pouco a metáfora do carro, apresentando inicialmente os componentes principais (agricultura, bancos etc.), depois o ciclo de funcionamento (formas de capital, produção, distribuição) e finalmente os controles (política econômica, governança do processo). Perpassam o livro, naturalmente, os valores do autor, a busca de uma gestão econômica que permita assegurar um desenvolvimento equilibrado e sustentável. Estamos colocando este texto online como “versão beta”, solicitando correções, sugestões, exemplos que possam enriquecê-lo. Economia não é monopólio de economistas, qualquer pessoa que olhe duas vezes a sua conta de celular começa a entender que se trata da sua vida. A versão atualizada da primeira parte deste livro foi publicada com o título:

L. Dowbor – O pão nosso de cada dia: os processos produtivos no Brasil – Ed. Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2015,144p. ISBN 978-85-7643-266-1 

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Ladislau Dowbor – Os estranhos caminhos do dinheiro – São Paulo, Ed. Fundação Perseu Abramo, 2013, ISBN 978-85-7643-209-8, 70p.

 


Este pequeno livro segue um preceito interessante para entender a sociedade, que é seguir os caminhos do dinheiro. Estranho mesmo é que possamos chegar até a universidade sem nunca ter tido uma aula sobre este que é o principal instrumento das deformações dos processos econômicos e sociais. As pessoas podem gostar do dinheiro, mas entender como funciona, e como o nosso dinheiro é apropriado e por quem, fica perdido na neblina. Hoje tem gente que trabalha e produz riqueza. Mas o dinheiro nem sempre acompanha o produtor. A linguagem aqui é para quem justamente nunca teve uma aula sobre dinheiro, sobre como funciona este curioso mecanismo em que se gera uma distância crescente entre quem produz e quem ganha.

Disponível também online na íntegra no site da Fundação Perseu Abramo.

Para obter o livro impresso a custo de gráfica, para fins não comerciais, contacte Ailton, da Editora da Fundação Perseu Abramo ailton@fpabramo.org.br  tel. (11) 5571.4299

Acessem o pdf do livro aqui.

Démocratie économique – Alternatives de gestion sociale. 151 p.

 La démocratisation des grands systèmes économiques est aujourd’hui nécessaire. Ce petit essai sur les défis économiques de l’actualité aide à comprendre la profondeur des changements en cours, et la nécessité d’un système plus démocratique de gestion. Nous sommes sept milliards, 80 millions en plus chaque année, et nous accumulons des tensions croissantes sur les plans de l’environnement, des inégalités sociales, du chaos des géants corporatifs. Placer un vote dans une urne tous les quatre ans ne suffit vraiment pas aux défis de gouvernance auxquels no
us faisons face. Un autre monde est certes possible, il nous faut montrer qu’une autre gestion est possible. Le Brésil nous apporte certes des innovations, mais nous sommes tous à la recherche de nouvelles voies.

Introdução Teórica à Crise – Brasiliense, 1981

Ensaio teórico sobre o núcleo dos nossos desequilíbrios econômicos, sociais e políticos, a desigualdade. O pior, é que em termos econômicos a desigualdade funciona. Se a renda é muito concentrada, ampliando o consumo de luxo, os processos produtivos se adaptam, e produzem de acordo com o perfil de consumo dos mais ricos. O capitalismo se organiza em função da capacidade aquisitiva, e não das necessidades. Hoje, em 2012, isto se traduz por exemplo na expansão dos medicamentos para idosos de alto poder aquisitivo, e pouquíssimo investimento em medicamentos para a malária e outras doenças de pobres. Investe-se em hospitais de cinco estrelas, e muito pouco em saúde preventiva. Mas disto resulta um desenvolvimento dito de “base estreita”, politicamente cada vez mais instável. O presente ensaio foi escrito em 1980, há trinta anos. O seu interesse hoje reside essencialmente na visão desta discussão numa perspectiva histórica. E o drama da desigualdade, que hoje numerosos países tentam enfrentar, continua no centro do embate. Não haverá equilíbrio enquanto não adotarmos sólidos sistemas de redistribuição de renda, e consequente mudança dos sistemas produtivos.

Introdução ao Planejamento Municipal, São Paulo, ed. Brasiliense, 1987

Elaborado em 1987 em colaboração com os técnicos do CEPAM (Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal), este livro sistematiza conceitos centrais do planejamento do desenvolvimento local. É um instrumento de trabalho. Algumas cifras estarão naturalmente desatualizadas, mas o enfoque geral, do imenso potencial que representa o ordenamento racional do uso dos recursos nos municípios permanece. O livro já estava esgotado. Ao passá-lo para meios digitais, estamos colocando na mão dos planejadores municipais mais uma ferramenta.

Formação do Capitalismo no Brasil – Ensaio Teórico – Ed. Brasiliense, São Paulo, 2010, ISBN 978-85-11-00153-2, 227p.

Não constumamos buscar a compreensão dos fenômenos modernos no passado. E fomos alimentados com cursos de história quando dela pouco comprendíamos. O presente ensaio, Formação do Capitalismo no Brasil, busca raízes dos desequilíbrios atuais. Como se gerou um país tão avançado em certas áreas, e tão atrasado em outras? A modernidade aqui construiu o seu convívio com o passado, com as formas truculentas de poder, com as imensas distâncias sociais. Globalização aqui não é novidade, já nascemos assim,produzindo para interesses externos, com Portugal, Inglaterra, Estados Unidos, e hoje o sistema transnacional. Curiosamente, rever o passado constitui uma excelente introdução ao presente. Editado pela Brasiliense, vejam em www.editorabrasiliense.com.br (edição revista e atualizada de Formação do Capítalismo Dependente no Brasil)

 

Demokracja ekonomiczna – Instytut Wydawniczy Ksiazka i Prasa – Biblioteka Le Monde Diplomatique, Warszawa, 2009, 225 p.

Demokracja ekonomiczna moze wydawac sie dziwnym pojeciem. Nauczylismy sie cenic demokracje polityczna, zywotna dla naszej wolnosci. Gdy jednak gospodarka staje sie dominujaca we wszystkich sferach, nawet w samej polityce, trzeba przemyslec na nowo ogólna równowage procesów podejmowania decyzji, które dzis nazywa siegovernance. Gdy istotne decyzje o naszym zyciu, naszych wartosciach i naszej przyszlosci wymykaja sie sferze politycznej i sa podejmowane przez korporacyjnych olbrzymów, nad którymi nie mamy zadnej kontroli, nie wystarcza okresowe wybory przedstawicieli politycznych. ISBN 978-8-388353-13-0

 

Democracia Econômica – Edição revista e atualizada, julho de 2012, 131 p.

Edição revista e atualizada (julho de 2012) do ensaio Democracia Econômica, Como sociedade, somos bons em termos de inovações tecnológicas, o que é ótimo. Mas somos uma desgraça em termos de gestão inteligente das riquezas criadas, de governança. A ciência econômica herdada encontra-se profundamente defasada relativamente aos novos desafios. O presente ensaio organiza em torno de 20 pontos (por exemplo os desafios da economia do conhecimento) as novas tendências e os novos instrumentos de análise correspondentes. Trata-se de um ensaio leve, passando em revista problemas-chave do nosso desenvolvimento, privilegiando inovações metodológicas e de
interpretação. A primeira edição pela Vozes é de 2008, site www.vozes.com.br, contato vendas@vozes.com.br ISBN 978-85-326-3611-9

 

Democracia Económica – versão em espanhol – 2012

Edición revista y actualizada (julio de 2012) del ensayo Democracia Econômica originalmente escrito em portugués. Como sociedad, somos buenos en términos de inovaciones tecnológicas, lo que és muy positivo. Pero somos una desgracia en términos de gestión inteligente de los potenciales y riquezas creadas, El voto y la democracia política son muy buenos, pero no suficientes. La misma economia necesita de procesos más democráticos de gestión. La ciencia económica que hemos heredado está profundamente perdida frente a los nuevos desafíos. El mecanismo de leal competición entre empresas, el llamado mercado, se lo comieron los monopolios. Y el potencial de la planificación económica la mataron el consenso de Washington e las ideologias. Quedamos sin instrumentos efectivos de gobernanza econômica. El presente ensayo organiza entorno a 20 puntos, por ejemplo el reto de la economia del conocimiento, las nuevas tendencias y los nuevos instrumentos de análisis correspondientes. Pasamos en revista los problemas-clave del nuestro desarrollo, privilegiando inovaciones metodológicas y de gestión. Texto español disponible solo online.

Economic Democracy: strolling through theories – Revised, and updated – March 2011/ 136 p.

Awareness about global warming, income concentration, destruction of life in our seas, petroleum depletion and other threatening catastrophes can no longer be avoided, we need more efficient forms of economic and social organization. Economic power has become the central element of political decision making and the power of the media also relies on corporations. Under these conditions, to limit democracy to its political expression is becoming increasingly less realistic, rendering us even more skeptical. For politics once again to make sense, we have to evolve to a more democratic concept of the economy itself. This essay presents in a simple way the various theories about economic alternatives in international literature and shows that there is a new outlook under construction that is worthwhile knowing.The book can also be purchased through Amazon or other, as Economic Democracy: a Brazilian Perspective – LAP Lambert Academic Publishing, Saarbrücken, 2014 – ISBN 978-3-659-62819-1

 

Democracia Econômica – Edição revista e atualizada em julho de 2012, 131 p.

Trata-se aqui do mesmo texto, em edição para uso didático sem fins comerciais (e não disponível em livrarias) pelo BNB. Como sociedade,somos bons em termos de inovações tecnológicas, o que é ótimo. Mas somos uma desgraça em termos de gestão inteligente das riquezas criadas, de governança. A ciência econômica herdada encontra-se profundamente defasada relativamente aos novos desafios. O presente ensaio organiza em torno de 20 pontos (por exemplo os desafios da economia do conhecimento) as novas tendências e os novos instrumentos de análise correspondentes. Trata-se de um ensaio leve, passando em revista problemas-chave do nosso desenvolvimento, privilegiando inovações metodológicas e de interpretação. Na versão online, não há mais diferenças entre as duas edições (Vozes e BNB).

 

El Mosaico Partido; la economía más allá de las ecuaciones – Intermón Oxfam, Barcelona, 2007, 126 p.

La economía más allá de las ecuaciones. El relato de un economista heterodoxo frente a los corsés ideológicos e institucionales. Un mensaje de optimismo y de obstinación humanista que habla de valores, de debilidades y grandezas, de nuestra capacidad o impotencia para construir la sociedad que queremos.  El libro está disponible también en  intermonoxfam.org ISBN – 978-84-8452-449-6

Rozbita mozaika. Ekonomia poza równaniami – Wydawnictwo Akademickie Dialog – Warszawa, 2005, 202s.

Ksiazka Rozbita mozaika. Ekonomia poza równaniami jest ciekawym przykladem uprawiania „ekonomi autobiograficznej”. Autor – czlowiek o duzej wrazliwosci spolecznej – tlumaczy zjawiska ekonomiczne tym, którzy nie lubia matematyki, a chca je zrozumiec. Siega przy tym do wlasnych pasjonujacych przezyc w Brazylii i Izraelu, Szwajcarii i Algierii, Polsce i Portugalii, Gwinei Bissau i Nikaragui. Ujawnia porazajace kontrasty miedzy nedza Trzeciego Swiata a sytuacja czterystu najbogatszych osób, które skupia w swoich rekach wiecej pieniedzy, niz wynosi roczny dochód biedniejszej polowy ludzkosci. Autor stara sie przekonac Czytelnika, ze dysproporcje te mozna zredukowac, wprowadzajac w zycie inne niz dotychczas reguly spoleczno – ekonomiczne. Tlumaczenie Zbigniew Marcin Kowalewski.http://dialog.edu.com.pl/ Aby przeczytac tekst kliknij na okladke.

 

The Broken Mosaic:For an Economics Beyond Equations – 2005 – 87 p.

The Broken Mosaic is a subjective approach to economics, with a simple tale of the author’s life, and of how our view of the world events relies only partly on science. In fact, most of our views rely also on the experiences we have had, on the values we have received, and this permanent movement of science, experience and conscience builds a mosaic which is a personal understanding of the economy and its dilemmas. A soft approach to hard problems. Foreword by Hazel Henderson. The book is published by Zed Books, London, New York, 2005 – www.zedbooks.co.uk Just click over the image to get the entire book for free.

La mosaique brisée: l’économie au-delà des équations – L’Harmattan, Paris, 2004, 156 p.

La Mosaïque Brisée , ou l’économie au-delà des équations – est le récit de fragments de la vie d’une personne dont les ambitions n’ont jamais volé bien au-delà de bien vivre sa vie, de suivre son coeur dans les amours, de se sentir un peu copain avec ses semblables. En reconstruisant nos dilemmes économiques à partir des évènements de tous les jours, le livre construit une rampe assez douce pour ceux qui n’aiment pas les équations, mais aiment comprendre les choses. En outre, il présente la vertu, rare entre économistes, d’être bref. Préface de Pierre Judet. Editions L’Harmattan, en co-édition avec l’Université Pierre Mendès France de Grenoble Traduit para Marie Hélène Santos et Chantal Tiberghien. L’original brésilien a été publié chez Editora Vozes, en 2000 – http://www.vozes.com.br Cliquez sur l´image pour télécharger gratuitement ce livre.

 

A Reprodução Social: nova edição em três volumes, Vol. I, 155 p.

Com o esgotamento da segunda edição de A Reprodução Social (Vozes, 1998), decidimos fazer uma edição revista e atualizada, desmembrando o grande volume original em três pequenos volumes que são de mais fácil utilização, em particular para professores e alunos. Este primeiro volume apresenta as dinâmicas da revolução tecnológica e da globalização, e os seus impactos na nossa organização social. O segundo e terceiro volumes serão publicados nos próximos meses.

 

A Reprodução Social: nova edição em três volumes, Vol. II, 206 p., 2003

Com o esgotamento da segunda edição de A Reprodução Social (Vozes, 1998), decidimos fazer uma edição revista e atualizada, desmembrando o grande volume original em três pequenos volumes que são de mais fácil utilização, em particular para professores e alunos. Este segundo volume apresenta apresenta um estudo das políticas setoriais no Brasil, envolvendo desde indústria até saúde, de bancos a telecomunicações, tentando em particular mostrar como as diversas políticas se articulam numa sociedade complexa como a nossa.

 

A Reprodução Social: nova edição em três volumes, Vol. III, 126 p., 2003

Este terceiro volume apresenta essencialmente as alternativas de gestão social que se desenham gradualmente: sistemas descentralizados, baseados em forte participação, maior densidade de informação, parcerias e articulações em rede. Segue igualmente um glossário de conceitos utilizados para definir as novas tendências que se desenham.http://www.vozes.com.br

O que acontece com o trabalho? – Editora Senac, São Paulo, 2002, 118p.

Todos sentimos a profundidade das transformações no mundo do trabalho. Frente às grandes visões que têm sido apresentadas, indo desde a “terceira onda” de Alvin Toffler, à visão de “ócio ativo” do De Masi, ou do “fim do emprego” de J. Rifkin, optamos por organizar os dados básicos de como este universo do trabalho está mudando no Brasil, nos planos do vínculo de trabalho, da remuneração, da organização do tempo e outros eixos de mudança. É um livro curto, de sistematização das visões e dos dados básicos. eds@sp.senac.br

 

 

Tecnologias do conhecimento: os desafios da educação – Versão atualizada Vozes 2013, 85 p.

 Nova versão atualizada em outubro de 2013. Este pequeno livro examina de maneira sistemática os diversos impactos que as novas tecnologias do conhecimento têm sobre o universo da educação. Estamos evoluindo rapidamente para um mundo onde o conhecimento desempenha o papel principal. Tudo evolui hoje sob o impulso de novas tecnologias. Com isto o papel das instituições de ensino torna-se muito mais central, mas exige articulações muito mais intensas com outros sistemas que lidam com conhecimento.  É muito mais que tecnologia. http://www.vozes.com.br

 

 

A Comunidade Inteligente: visitando experiências de gestão local – Pólis/ FGVSP/BID, São Paulo 2001, 80 p.

As dinâmicas sociais estão mudando rapidamente, como resultado de macro-tendências como a urbanização generalizada, a expansão das políticas sociais, a introdução de novas tecnologias. No Brasil, enquanto o poder central continua relativamente paralisado pelas tradicionais articulações de interesses jurássicos, os espaços locais apresentam incessantes inovações: as comunidades cansaram de esperar, estão arregaçando as mangas, e descobrindo tudo o que se pode fazer com os meios disponíveis.

Estas iniciativas locais são analisadas, com os seus altos e baixos, à luz de 25 experiencias inovadoras organizadas pela professora Lilia Martins, da Unimep. O livro faz parte de uma coletânea de 9 pequenos volumes sobre gestão local, organizada por Veronika Paulics do Instituto Polis e por Peter Spink do programa Gestão Pública e Cidadania da FGV-SP, com financiamento do BID. http://www.polis.org.br – http://inovando.fgvsp.br

 

La Reproducción Social: Propuestas para una Gestión Descentralizada

Traducción del libro A Reprodução Social, ya publicado en Brasil por la editora Vozes. Se trata de una propuesta de revisión en profundidad de conceptos centrales del desarrollo económico y social. El eje del estudio son las nuevas posibilidades de formas descentralizadas y participativas de gestión, que nos permitan escapar tanto de las simplificaciones del “estatismo” generalizado, como de las tragédias que resultan de la privatización sin control. Siglo XXI Editores, México, Madrid 2000, 382 p. sigloxxi@inetcorp.net.mx , www.sigloxxi-editores.com.mx Edição Brasileira http://www.vozes.com.br Para acessar o texto em espanhol, clique aqui .

 

O Mosaico Partido

O Mosaico Partido é um relato de vivências de uma pessoa cujas ambições nunca foram muito além de viver bem o cotidiano, de seguir o seu coração nos amores, de manter um sentimento de companheirismo com o seu semelhante. Ao reconstruir os nossos dilemas econômicos a partir das vivências, constrói uma rampa suave para os que não gostam de equações, mas gostam de entender as coisas. Além disso, apresenta a virtude, rara entre economistas, de ser breve. Publicado pela Vozes em dezembro de 2000http://www.vozes.com.br

 

Reprodução Social

Umas proposta de revisão em profundidade de conceitos básicos. Já se tornou insuficiente trabalharmos apenas com reprodução do capital, quando a saúde nos Estados Unidos, por exemplo, com 14% do PIB, representa o novo maior setor econômico; já não se pode partir da economia nacional, quando tantas atividades se globalizaram; já não se pode limitar o debate esquerda/direita à alternativa eatatização/privatização, e assim por diante. Trabalho publicado pela editora Vozes, Petrópolis, 1998, 446 p. http://www.vozes.com.br

 

O que é poder local

Na linha dos “Primeiros Passos” da Editora Brasiliense, este livro apresenta os pontos básicos da discussão sobre as formas de gestão local, em particular dos municípios. Com a urbanização generalizada do país, a organização racional dos espaços onde afinal as pessoas vivem e trabalham tornou-se essencial. O texto anexo foi revisto e atualizado em julho de 2008, e foi reeditado pela Brasiliense.

 

Formação do Terceiro Mundo

Uma análise da evolução diferenciada das nações, e dos principais mecanismos que formaram a riqueza e a pobreza nos diversos continentes. Com os processos atuais de globalização, este livro tornou-se particularmente útil para compreender os processos cumulativas de desequilíbrio internacional. – Editora Brasiliense, São Paulo, 15ª edição revista 1995.

 

O que é capital

Este livro procura tornar simples a compreensão de como o capital se transforma, quem dele se apropria, e com que finalidade. Como o capital está no centro das transformações econômicas, trata-se de uma boa introdução à própria ciência econômica. – Editora Brasiliense, São Paulo, 10ª edição, revista e ampliada em 2004.

 

Formação do capitalismo dependente no Brasil

O Brasil não foi propriamente descoberto, foi construido em função de sucessivos interesses externos. O livro analisa as grandes etapas do desenvolvimento do país, do século XVI até o golpe de 1964, procurando identificar as articulações cada vez mais complexas entre os interesses internacionais e as dinâmicas internas. – Editora Brasiliense, São Paulo 1982.

Formation du capitalisme dépendant au Brésil

Une analyse de la structuration de l’économie brésilienne du XVIº siècle jusqu’au coup d’Etat de 1964, centrée sur l’articulation complexe des impérialismes sucessifs – Portugal, Angleterre, Etats-Unis – avec les oligarchies traditionnelles. – Ed. Anthropos, Paris, 1978.

 

Guiné-Bissau: a busca da independência econômica

Um relato de experiências de planejamento e desenvolvimento econômico, de uma economia africana bastante represenativa dos dramas atuais do continente. Os nós do subdesenvolvimento são fortemente amarrados, pela articulação de interesses internacionais com grupos locais. – Editora Brasiliense, São Paulo, 1986.

 

Brazylja bez egzotyki

Brazylja, jako kraj niedorozwiniety, jest czescia szerszego ukladu kapitalistycznej gospodarki swiatowej, i zrozumienie jej struktur mozliwe jest tylko w tym kontekscie. Chodzi tu o przedstawienie powiazan gospodarczych Brazylii i jej struktur spolecznych z reszta swiata. – Ossolineum, Wroclaw 1981.

Aspectos Econômicos da Educação

A função da educação no processo de desenvolvimento econômico e social está mudando profundamente. Já não se trata de ver que aporte a educação pode trazer aos processos econômicos, mas de repensar estruturação das forças produtivas em função dos interesses de um desenvolvimento mais humano. Os desequilíbrios estruturais do sistema educacional são analisados detalhadamente, a partir dos dados oficiais. – Editora Ática, São Paulo 1986.