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Paweł Kozłowski – “Wygrywa zawsze ten sam” – Polityka i Społeczenstwo Bardzo ciekawa recenzja książki “Co to za gra”. Dzięki, L. Dowbor


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The Guardian – Living on the edge: São Paulo’s inequality mapped – 27.11.2017 – 1p.

Less than 10 miles of concrete sprawl separates the São Paulo neighbourhoods of Jardim Paulista and Jardim Ângela, but that gap grows to almost 24 years in the life expectancy of people living there. While residents of the central Paulista area can expect to live beyond their 79thbirthday on average, people from Jardim Ângela on the south-western periphery will likely be dead before they are 56.
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Emir Sader – Os prostíbulos do capitalismo – Brasil 247 – 23.11.2017

Os mal chamados paraísos fiscais funcionam como prostíbulo do capitalismo. Se fazem ali negócios escusos, que não podem ser confessados publicamente, mas que são indispensáveis para o funcionamento do sistema. Como os prostíbulo na sociedade tradicional.
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Entrevista Dowbor – Paradoxo na economia: “a gente sabe o que funciona e estamos fazendo exatamente o contrário” – Marco Weissheimer/Portal Sul 21 – 20.11.2017 – 3p.

"Um bilionário que aplica seu dinheiro a 5% ao ano ganhará 137 mil dólares por dia. Ele não consegue gastar tudo e esse dinheiro é reaplicado, fazendo com que, a cada dia, o juro sobre o estoque de recursos aumente. Temos aí uma expansão que, em termos financeiros, se chama efeito bola de neve. Esse efeito faz com que grandes fortunas passem a ter muito mais dinheiro do que conseguem gastar sem precisar desenvolver nenhuma atividade de produção concreta de bens e serviços. Ou seja, ele não está sendo útil para a sociedade", explica Dowbor em entrevista concedida ao jornalista Marco Weissheimer do portal Sul 21.
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Felipe Morais de Oliveira – Bases informacionais para o desenvolvimento – Dissertação de mestrado em Economia Política, PUC-SP, outubro de 2017 (Orientador Ladislau Dowbor)

Interessante pesquisa de mestrado em economia na PUC-SP, sobre os indicadores de desenvolvimento. Bem documentado e com boa bibliografia, o trabalho constitui boa fonte para quem pesquisa formas de ultrapassar as visões simplificadoras do desenvolvimento, por exemplo centradas apenas no PIB. A dissertação de mestrado de Felipe Morais de Oliveira – "Bases informacionais para o desenvolvimento" – foi orientada por Ladislau Dowbor e defendida em outubro de 2017.
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Ivo Lesbaupin e Evanildo da Silva (orgs.) – Para além do desenvolvimento – Abong/Iser, São Paulo, 2017, 165p. – ISBN 978-85-88502-14-7

Ainda há pouco tempo se proclamava o fim da história e que "não havia alternativas". Teríamos inventado o sistema funcional definitivo. Da crise de 2008 para cá, ampliam-se os desastres sociais, ambientais, econômicos e políticos. Buscar alternativas é essencial. O presente trabalho reúne várias visões, de uma dezena de pesquisadores, sobre os novos caminhos. Envolve desde os novos conceitos de desenvolvimento até as mudanças de paradigmas na gestão da energia e da água, ou ainda as novas experiências de governança das cidades. No conjunto um livro muito atual e com boas bibliografias, um excelente instrumento de trabalho.  Confira a íntegra dos capítulos de Dowbor.
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Dowbor – Audiência pública da Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal – nov. 2017 – 13 min.

"A grande corrupção gera sua própria legalidade. Ela tem suficiente força política para dar aparência de legalidade a um processo que é destruidor para a economia", afirmou Dowbor, durante sua participação, em 7 de novembro de 2017, de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos. A audiência, requerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), partiu de uma proposta da Auditoria Cidadã da Dívida Pública.
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Dowbor: Construção interativa de conhecimento em rede – In: Luciano Junqueira e Roberto Padula (orgs.) – Aprendizagem no ensino superior no século XXI – Tiki Books – São Paulo 2017, 350p. – ISBN 978-8513-6

Os desafios do ensino superior se deslocam profundamente, tanto pela centralidade do conhecimento no conjunto das atividades humanas, como pelas transformações tecnológicas que desmaterializaram o conhecimento e o tornam universalmente acessível, no quadro de uma conectividade generalizada. Aqui 16 artigos analisam esses desafios. Acesse aqui a íntegra do capítulo de Ladislau Dowbor "Construção interativa do conhecimento em rede"
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Ladislau Dowbor – A era do capital improdutivo – Autonomia Literária, Outras Palavras, São Paulo 2017, 312p. – ISBN 978-85-69536-11-6

"A Era do Capital Improdutivo" resume um conjunto de pesquisas sobre o processo de financeirização no planeta e no Brasil. Os bancos e outras instituições de intermediação financeira, que já estiveram a serviço do sistema produtivo, passaram hoje a dominá-lo, extraindo por meio de juros e tarifas volumes de recursos incomparavelmente maiores do que a sua contribuição. Geramos uma sociedade dominada por rentistas improdutivos. O livro explicita em termos claros como funciona o sistema de drenagem dos recursos produtivos que gerou e aprofunda a crise. Não exige nenhum conhecimento particular de economia ou de finanças. Trata-se do nosso bolso, e isso qualquer cidadão entende. Aqui disponibilizamos o texto na íntegra. Para uso com alunos ou com grupos de pesquisa o acesso online facilita muito o trabalho. O texto online também facilita o acesso aos links com as fontes originais das pesquisas. O uso do livro impresso e o acesso online são formas essencialmente complementares. O livro está nas livrarias, e pode ser adquirido também diretamente com os editores.
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Tânia Bacelar – “Nossa elite é interessante: todos liberais e dependentes do Estado” – Saiba Mais – 22.10.2017

A cientista social e economista pernambucana Tânia Bacelar priorizaria investimentos em infraestrutura e Educação para reduzir os efeitos da crise no Nordeste. Para ela, o impacto negativo só não foi maior em razão da pujança econômica do governo Lula na região, o que ainda segurou alguns indicadores.
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Boaventura de Sousa Santos – A ilusória “Desglobalização” – Outras Palavras – out. 2017 3p.

No desgoverno geral que caracteriza a época, aparece com força o desajuste entre a globalização por um lado, e a fragmentação por outro. Os próprios governos tornam-se em boa parte impotentes e as populações frustradas. Boa análise do Boaventura publicada no site Outras Palavras.
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Palestra Dowbor: O poder parasitário do sistema financeiro – Instituto Humanitas Unisinos – out 2017 – 1p.

A estranheza do tempo presente é tão grande que vivemos a época em que é o rabo que balança o cachorro. Quer entender como isso funciona em termos sociais e econômicos? O professor Ladislau Dowbor explica: “O sistema financeiro é de mediação, não produz nada. Então as áreas produtivas se tornam o meio para os especuladores ganharem dinheiro. Por isso eu digo, que é o rabo que balança o cachorro”, brinca Dowbor, ao fazer uma alegoria para demonstrar a centralidade do poder financeiro.
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Laura Flanders – Next System Media: an Urgent Necessity – 13 Oct. 2017

The Next System Project nos Estados Unidos constitui uma plataforma que unifica pesquisas sobre as transformações necessárias para uma sociedade que funcione. O que está implícito no nome do movimento, é que o sistema atual já não responde. Aqui, em cerca de 10 páginas, uma das produções do Next System, sobre como repensar o sistema de comunicação e informação para a cidadania, frente ao oligopólio hoje constituído. O problema, evidentemente, não é só nosso. Bom material, em inglês.
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Dowbor – A violência econômica: o poder dos juros e das corporações financeiras – ComCiência, SBPC, Labjor-Unicamp – Artigo-dossier nº 192, 9 de outubro de 2017, 4p

É estranho constatar que em todo o ciclo escolar, inclusive nas universidades, a não ser na área especializada em economia financeira, ninguém nunca teve uma aula sobre como funciona o dinheiro, principal força estruturante da nossa sociedade. A população se endivida muito para comprar pouco no volume final. A prestação ‘cabe no bolso’ (mas pesa no bolso durante muito tempo). O efeito demanda é travado. Quando 61 milhões de adultos no Brasil estão com o nome sujo no sistema de crédito, é o sistema que está deformado.
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Entrevista Dowbor – Nesse cassino, só joga quem tem ficha – jornal Extra Classe /SINPRO/RS (Sindicato dos Professores do RGS) – jornalista Marcelo Mena Barreto – out. 2017, 4 p.

Quando Martin Wolf, comentarista-chefe de Economia do jornal britânico Financial Times que participa do Fórum de Davos desde 1999, escreve que o sistema financeiro atual perdeu a sua legitimidade, é mais do que uma grande propaganda para o novo livro de Ladislau Dowbor, A era do capital improdutivo (Outras Palavras & Autonomia Literária, 316p.). De certa forma é um facho de esperança sob um panorama tão sombrio que o economista e professor titular de pós-graduação da PUC São Paulo traça magistralmente em sua obra. Nesta entrevista ao Extra Classe, Dowbor mostra o quanto a acumulação de recursos através de um sistema financeiro que não produz nada e vive tão somente de papéis e juros sobre juros é maléfico, transformando-se em um grande poder do qual a sociedade como um todo se torna refém. O fato ainda de A era do capital improdutivo ter praticamente se esgotado em um mês, fazendo com que o editor providencie a segunda edição também é revelador. Sinal, como diz o professor, que ‘Deus e o mundo estão se dando conta de que esse sistema é improdutivo’, pois além de aniquilar a capacidade de produção e de pesquisas úteis para a sociedade, mantém a desigualdade e promove o desastre ambiental.
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