Acontecendo agora

Paulo Kliass – Fora Parente – maio 2018 – 3p.

Atuando como um verdadeiro quinta-colunista no interior do Estado brasileiro, Parente tem contribuído de forma decisiva para aprofundar a liquidação da empresa criada por Getúlio Vargas ainda em 1954.
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Entrevista Dowbor – O impacto das paralisações na economia – Rádio Gazeta (Beatriz de Cunto) – 29.05.2018 – 15min.

Ouçam nessa minha entrevista à Rádio Gazeta o pano de fundo da greve dos caminhoneiros e o absurdo da política atual na Petrobras (15 min.)
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Dowbor – Como escreve Ladislau Dowbor – José Nunes – Como eu escrevo – maio 2018

Car@s me fizeram perguntas sobre como eu trabalho, achei simpático, todos nós temos as nossas buscas e inseguranças. Uma olhada dos bastidores, pensar o próprio processo de pensar e escrever, sempre ajuda. Divirtam-se.
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Intelectuais do mundo se unem por #LulaLivre – Jornal GGN – maio 2018

A perseguição política a Lula é aberrante em termos jurídicos, causa indignação no mundo, nos apequena como nação e ridiculariza nossa justiça pelos interesses a que se presta. Vejam que no mundo circula não só o apoio a Lula, como a compreensão detalhada da fraude a que ele está sendo submetido.
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Crises and Opportunities in Changing Times: the African Dimension – UNECA, 2010, 20 p.

In the aftermath of the 2008 financial crisis, Ignacy Sachs, Carlos Lopes and myself drew up what would be an assessment of main challenges and a list of key reforms to rescue overall governance. We called it Crises and Opportunities in Times of Change. The governance crisis remains and the opportunities were not seized. The challenges and the opportunities listed here remain very solid, and close to the African dimension. Published by UNECA, the UN Economic Commission for Africa, 20 pages, 2010.
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El País – Brasil é um dos cinco países do mundo que mais vende terra para estrangeiros – Ciro Barros (Agência Pública) – maio 2018 – 2p.

Um artigo importante sobre a apropriação da agricultura, tanto venda de terras como de produtos, pelo sistema de especulação financeira.
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No Caminho do Superendividamento – IDEC – maio 2018 – 25 min.

A equipe de análise do endividamento das famílias do IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) produziu um excelente vídeo, de 25 min., que permite entender os mecanismos de agiotagem bancária que se abateram sobre todos nós. O exemplo prático e detalhado ajuda muito a entender que quem deveria estar com nome sujo não somos nós e sim os que montaram esse sistema.
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Lula – Le Monde – Por que eu quero voltar a ser presidente – 17.05.2018 – 2p.

O denominador comum de todos que querem que o país volte a funcionar é retornar à democracia. Esse artigo no Le Monde tem impacto mundial, maior referência junto com o New York Times.
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L. Dowbor – Programa Melhor e Mais Justo – TVT – 03.05.2018 – 1h

Participação de Ladislau Dowbor no programa "O Melhor e Mais Justo - O Povo Pode: Economia Solidária" da TVT, com apresentação do jornalista Tulo e participação de Mônica da Silva, membro do Movimento Nacional dos Catadores, presidente da Cooperativa Cooperfenix e diretora de resíduos da Unisol SP.
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Maior favela de SP terá banco e moedas próprios – Leandro Machado – BBC Brasil – 07/05/2018

Precisamos da BBC para ver uma coisa óbvia: as nossas poupanças, mesmo pequenas, podem ser muito úteis quando geridas por nós mesmos, pelas comunidades. Já são mais de cem bancos comunitários. Mas precisamos resgatar a utilidade social e econômica dos grandes.
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DIEESE – Boletim de Conjuntura – maio 2018 – 6p.

Muito útil a leitura do curto balanço da economia brasileira efetuado pelo DIEESE. Direto e bem informado, vale a pena.
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Por que mais de 2.000 cientistas anunciaram boicote à revista Nature – Nexo Jornal – 2p. – maio 2018

Luta cada vez mais acirrada entre os que produzem as pesquisas e buscam a sua divulgação, e a apropriação privada dos conhecimentos por gigantes como Elsevier e outros. O conhecimento será tanto mais produtivo quanto mais circular. Trata-se de um processo interativo e colaborativo em escala mundial, na linha do Open Access, Creative Commons e outros modos. Aqui os protestos contra um típico atravessador de conhecimentos, dificultando o acesso para poder cobrar, sem ter produzido conhecimento algum e com elevado prestígio científico por empréstimo.
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DIEESE – DESEMPENHO DOS BANCOS EM 2017 – Lucros dos cinco maiores bancos do país batem recordes em ano difícil para a economia brasileira – Dieese, 2018, 17 p.

Apesar do cenário econômico adverso enfrentado pelo país em 2017, os lucros dos bancos atingiram recordes históricos. O lucro líquido dos cinco maiores somou R$ 77,4 bilhões, montante 33,5% superior ao registrado em 2016. O maior lucro líquido do período foi obtido pelo Itaú Unibanco e correspondeu a R$ 24,9 bilhões, com alta de 12,0% em 12 meses (Gráfico 1). O segundo maior foi o do Bradesco, de R$ 19 bilhões, com crescimento de 11,1%, recorde para o banco (p.5). “No campo da política monetária, apesar das sucessivas quedas na taxa Selic, os bancos seguem com taxas de juros extremamente elevadas, restringindo e desestimulando o crédito produtivo e o consumo das famílias e inviabilizando a retomada do crescimento” (p.16).
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Boaventura de Sousa – Lula da Silva: os tribunais o condenam, a história o absolverá – abril 2018 – 2p

"O princípio da independência dos tribunais constitui um dos princípios básicos do constitucionalismo moderno como garantia do direito dos cidadãos a uma justiça livre de pressões e de interferências, quer do poder político quer de poderes fácticos, nacionais ou internacionais. O reforço das condições de efectivação daqueles princípios dá-se através de modelos de governação do judiciário com ampla autonomia administrativa e financeira. Mas, numa sociedade democrática, esse reforço não pode resvalar para um poder selectivo e totalitário, sem fiscalização e sem qualquer sistema de contrapesos."
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L. Dowbor – O que faz a economia funcionar? – Revista de Desenvolvimento e Políticas Públicas – v. 1 n. 2 (2017) – ISSN: 2447-360X – p. 154-69, publicação abril de 2018

Tanto os avanços da sociedade nos anos 2003 a 2013, período que o Banco Mundial qualificou de Golden Decade da nossa economia, como o desastre que se seguiu, intrigam pelo contraste. A

leitura dos promotores do golpe, de que as políticas sociais e econômicas de inclusão geraram a crise, constitui um engodo ideológico, narrativa da boa dona de casa que deve gastar apenas o que tem, e que foi martelada incessantemente na mídia dominante. Aqui se trata de mostrar os mecanismos. E não são misteriosos. O presente artigo mostra como funciona o ciclo virtuoso em
que a demanda de massa dinamiza a atividade empresarial e o emprego, sendo que ambos geram receitas para o Estado, equilibrando o processo. E mostra como juros exorbitantes endividaram as famílias, as empresas e o Estado, desequilibrando o conjunto. Finalmente, veremos a deformação do sistema tributário e da fiscalidade em geral, que explica como o marasmo se perpetua. Numa economia em que fazer aplicações financeiras rende mais do que o investimento em bens e serviços, o resultado é justamente o capital improdutivo e o travamento do conjunto.
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