Pílulas Informativas

Juro do cartão chega a 290% ao ano é o maior desde 1999, mostra Anefac – abril – 2015, 1p.

Os juros no Brasil, além de astronômicos, ainda sobem. Encarecem tudo, e dizem que é para proteger o país da inflação. sã juros surrealistas, em geral da ordem de dez vezes o que é praticado na Europa ou nos EUA. Cheque especial ultrapassa 200%. Veja a análise desta dinâmica, e como trava o consumo e os investimentos, em http://dowbor.org/2015/02/ladislau-dowbor-resumo-do-artigo-o-sistema-financeiro-trava-a-economia-do-pais-fev-2015-2p.html/
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Walden Bello – Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB) – Abril – 2015, 2p.

Importante análise de Walden Bello sobre a dimensão financeira da multipolaridade, agora reforçada com a criação de um banco de investimento asiático com iniciativa chinesa mas com participação também de países europeus que não querem perder chances de contratos. Claramente, isto desloca a centralidade do Banco Mundial e do FMI, e vai na mesma direção das recentes iniciativas dos Brics na reunião de Fortaleza: "China’s move to found the AIIP is the third major initiative it has been involved with in less than a year to establish multilateral alternatives to the World Bank and the International Monetary Fund (IMF). Last July, during the BRICS (Brazil, Russia, India, China, South Africa) summit in Fortaleza, Brazil, it was central in setting up the New Development Bank, to which it and its partners would contribute $100 billion as initial capitalization for the institution. At the same gathering, China and its BRIC partners also set up the Contingency Reserve Arrangement, a thinly veiled alternative to the IMF to assist BRICS and eventually other developing countries suffering from balance of payments crises." Artigo curto mas que foca bem um deslocamento importante dos equilíbrios internacionais.(L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Freio puxado da economia – março – 2015, 2p.

Nota resumida de 2p. de Ladislau Dowbor sobre o travamento da economia brasileira pelos intermediários financeiros. (L. Dowbor)
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Ruth Costas – Por que os bancos brasileiros lucram tanto? – março – 2015, 5p.

Segundo artigo de Ruth Costas, da BBC Brasil, e com dados do Economática, constata-se que "O Itaú teve ainda um aumento de seu lucro de 30,2% em 2014 – registrando o maior lucro da história dos bancos brasileiros de capital aberto segundo a Economatica (R$ 20,6 bilhões). O lucro do Bradesco também se expandiu bastante – 25,6%. E isso em um momento em que consultorias econômicas estimam um crescimento próximo de zero para o PIB de 2014. Diante desses números, não é de se estranhar que dos 54 bilionários brasileiros citados no último levantamento da revista Forbes, 13 estejam ligados ao setor bancário". Como o lucro bancária significa quanto se tira da economia, não quanto se investe, o travamento da economia se aprofunda. Seria positivo se fosse reinvestido no país em atividades produtivas, mas é aplicado para ganhar com a taxa Selic ou enviado para paraísos fiscais, onde não só não geram fomento mas sequer pagam impostos. (L. Dowbor)
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Ladislau Dowbor – Davos: Nada de novo no Ocidente – fevereiro – 2014, 1p.

Com problemas em escala global e governança fragmentada entre 192 Estados que brigam por vantagens pontuais, temos hoje um desajuste estrutural entre a dimensão dos desafios e os instrumentos de decisão.
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As 10 empresas que mais doaram em 2014 ajudam a eleger 70% da Câmara – nov – 2014, 2p.

O artigo sobre o financiamento corporativo das eleições mostra que 10 empresas financiaram 70% dos candidatos eleitos. São empresas como JBS (bancada ruralista), empresas de construção (bancada do concreto), os bancos Itaú e Bradesco (bancada financeira), a Vale do Rio Doce (bancada do minério) e poucas mais. A deformação do processo eleitoral, herança da lei de 1997 que autoriza o financiamento corporativo das campanhas, é brutal. As mesmas empresas controlam a mídia por serem as principais financiadoras da publicidade. Todo o poder emana do povo, reza a nossa constituição. (L. Dowbor)
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Dados comparativos do Brasil que mudou – outubro – 2014, 5p.

Frente ao manancial de dados contraditórios que surgem sobre o que seria um Brasil em crise, e demagogias a parte, a partir de dados organizados por diversos economistas, chegamos ao resumo de como evoluiu a economia, o social etc. Dados básicos, no conjunto muito confiáveis, comparando essencialmente 2002 e 2013.( L. Dowbor)
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Bresser Pereira – Discurso pela reeleição de Dilma Rousseff – outubro – 2014, 2p.

Bresser Pereira, economista e professor da FGV de SP, um dos fundadores do PSDB, ex-ministro do governo de Fernando Henrique, tem imensas credenciais para trazer bom senso para a campanha eleitoral deste ano, com sólidos argumentos. Leu a presente declaração na grande reunião de cientistas, acadêmicos, artistas, juristas e outras personalidades, no histórico TUCA da PUC de São Paulo, no dia 20 de outubro. Aqui não há ódio nem invenções, e sim a defesa dos avanços conquistados e das transformações necessárias. Para quem tem dúvidas ou inseguranças, é uma confirmação sólida do melhor caminho para o país. (L.Dowbor).
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Earth has lost half of its wildlife in the past 40 years, says WWF – setembro – 2014, 3p.

Uma catástrofe em andamento: metade da vida selvagem destruída em 40 anos. O estudo da WWF apresenta uma situação dramática. (L. Dowbor)
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Technology Roadmap: Solar Photovoltaic Energy – 2014 edition – set, 2p.

A Agência Internacional de Energia considera que a energia solar deverá atingir 16% do total da eletricidade em 2050, e mais 11% da geração térmica solar. O Prognóstico parte da dinâmica da China e dos EUA em particular, mas sobretudo do fato que custo das placas das células fotovoltáicas esta caindo muito rapidamente, em seis anos foi dividido por 3.( L. Dowbor)
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Movimento mundial por uma ciência econômica que faça sentido – agosto – 2014, 4p.

Caros, está engrossando o mundo dos que contestam as deformações da ciência econômica como está sendo ensinada. Há espaço para economia inteligente, busca de respostas aos problemas reais da sociedade, numa visão equilibrada e sustentável. Vale a pena acompanhar esta newsletter (L.Dowbor)
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Mundo tem 2,2 bilhões de pessoas pobres ou quase pobres, adverte Relatório do PNUD – julho – 2014, 1p.

Relatório IDH da ONU: "Proporcionar benefícios básicos de seguridade social para os pobres do planeta custaria menos de 2% do PIB mundial" (L. Dowbor)
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Brasil sobe uma posição no ranking do IDH e fica em 79º entre 187 países – julho – 2014, 1p.

Brasil sobe uma posição no ranking do IDH e fica em 79º entre 187 países De 1980 a 2013, o IDH do Brasil foi o que mais cresceu entre os países da América Latina e do Caribe, com alta acumulada de 36,4%, um crescimento médio anual de 0,95% no período.… Leia mais

Grandes bancos processados por fraudes generalizadas: BNP Paribas, Barclays e tantos outros – julho – 2014, 1p.

O BNP Paribas, um dos grandes bancos mundiais, condenado a pagar multa de 9 bilhões de dólares, por operações ilegais, em particular com petróleo do Sudão. Veja no artigo outras ilegalidades do sistema bancário, como HSBC e outros grandes grupos, inclusive por lavagem de dinheiro de drogas. As ilegalidades atingem somas gigantescas, e envolvem diretamente clientes, como no caso da manipulação da Libor. Os bancos em geral reconhecem a culpa, como neste caso do BNP, mas as ilegalidades geram lucros maiores e continuam. São recursos que podiam servir ao fomento econômico, social e ambiental, em de gerar uma zona cada vez maior de atividades ilegais. Em termos políticos, a finança internacional navega no desconhecimento geral dos mecanismos financeiros por não especialistas, e na capacidade de pressionar políticos por toda parte. (L. Dowbor)
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Fraudes dos bancos internacionais: Barclays – julho – 2014, 1p.

As pessoas em geral não tem ideia do grau de corrupção corporativa que se apoderou da cultura dominante no mundo da intermediação financeira. Agora o Barclays britânico, um dos grandes, é formalmente acuado de constituir "um modelo sistemático de fraude e falsidade" ("a systematic pattern of fraud and deceit") pela justiça de Nova York. Vejam a nota do Guardian a respeito. (L. Dowbor)
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