Pílulas Informativas

Movimento mundial por uma ciência econômica que faça sentido – agosto – 2014, 4p.

Caros, está engrossando o mundo dos que contestam as deformações da ciência econômica como está sendo ensinada. Há espaço para economia inteligente, busca de respostas aos problemas reais da sociedade, numa visão equilibrada e sustentável. Vale a pena acompanhar esta newsletter (L.Dowbor)
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Mundo tem 2,2 bilhões de pessoas pobres ou quase pobres, adverte Relatório do PNUD – julho – 2014, 1p.

Relatório IDH da ONU: "Proporcionar benefícios básicos de seguridade social para os pobres do planeta custaria menos de 2% do PIB mundial" (L. Dowbor)
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Brasil sobe uma posição no ranking do IDH e fica em 79º entre 187 países – julho – 2014, 1p.

Brasil sobe uma posição no ranking do IDH e fica em 79º entre 187 países De 1980 a 2013, o IDH do Brasil foi o que mais cresceu entre os países da América Latina e do Caribe, com alta acumulada de 36,4%, um crescimento médio anual de 0,95% no período.… Leia mais

Grandes bancos processados por fraudes generalizadas: BNP Paribas, Barclays e tantos outros – julho – 2014, 1p.

O BNP Paribas, um dos grandes bancos mundiais, condenado a pagar multa de 9 bilhões de dólares, por operações ilegais, em particular com petróleo do Sudão. Veja no artigo outras ilegalidades do sistema bancário, como HSBC e outros grandes grupos, inclusive por lavagem de dinheiro de drogas. As ilegalidades atingem somas gigantescas, e envolvem diretamente clientes, como no caso da manipulação da Libor. Os bancos em geral reconhecem a culpa, como neste caso do BNP, mas as ilegalidades geram lucros maiores e continuam. São recursos que podiam servir ao fomento econômico, social e ambiental, em de gerar uma zona cada vez maior de atividades ilegais. Em termos políticos, a finança internacional navega no desconhecimento geral dos mecanismos financeiros por não especialistas, e na capacidade de pressionar políticos por toda parte. (L. Dowbor)
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Fraudes dos bancos internacionais: Barclays – julho – 2014, 1p.

As pessoas em geral não tem ideia do grau de corrupção corporativa que se apoderou da cultura dominante no mundo da intermediação financeira. Agora o Barclays britânico, um dos grandes, é formalmente acuado de constituir "um modelo sistemático de fraude e falsidade" ("a systematic pattern of fraud and deceit") pela justiça de Nova York. Vejam a nota do Guardian a respeito. (L. Dowbor)
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A China avança com a disponibilização online da sua produção científica – junho – 2014, 1p.

A China avança com a disponibilização online da sua produção científica. O país já segue o "CORE", China Open Resources for Education. Veja aqui novos avanços na construção de uma ambiente colaborativo de pesquisa. (L. Dowbor)
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Patrimônio dos 15 mais ricos supera renda de 14 milhões do Bolsa Família – Maio – 2014, 3p.

A desigualdade continua crescendo no mundo e está atingindo limites insustentáveis. É a razão do imenso sucesso do livro do Piketty, O Capital no Século XXI. Foi tema central da reunião de Davos (!), do relatório da OXFAM (Working for the Few). A dimensão brasileira aparece neste relatório da Forbes, com os principais bilionários brasileiros. Veja-se que se trata essencialmente de bancos (concessão pública, com carta patente, para trabalhar com dinheiro do público); de meios de comunicação (concessão pública de banda de espectro eletromagnético para prestar serviço de comunicação à população); de construtoras (as grandes, que trabalham com contratos públicos, nas condições que conhecemos); e de exploração de recursos naturais (solo, água, minérios) que são do país e que não precisaram produzir: o Imposto Territorial Rural, por exemplo, praticamente não existe no Brasil. É o divórcio crescente entre quem enriquece e quem contribui para o país. Piketty é claro: "A experiência histórica indica ademais que desigualdades de fortuna tão desmesuradas não têm grande coisa a ver com o espírito empreendedor, e não têm nenhuma utilidade para o crescimento" (Le Capital au XXIº siècle, 944) (L. Dowbor)
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Dia internacional da mulher – 2014

  Ninguém gosta de se achar pouco ético. E nossas defesas são fortes. Não posso deixar de citar aqui o texto genial de John Stuart Mill, de 1861, escrevendo sobre a sujeição das mulheres na Grâ Bretanha da época, quando eram reduzidas a palhacinhas decorativas e proibidas de qualquer participação… Leia mais

Calendário de eventos do NEF – 2014

Vejam a programação do NEF, Núcleo de Estudos do Futuro, da PUC-SP. Todos os eventos serão realizados no prédio novo da PUC-SP. Inscrições gratuitas pelo email nef@nef.org.br (L.Dowbor)
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Gar Alperovitz – Nationalize Banks That Overwhelm Regulation – janeiro – 2014, 1p.

Os desmandos dos grandes bancos já não estão por demonstrar. Uma coisa é a crise de 2008 e a imensa pressão para se cobrir rombos especulativos com dinheiro público, ação que até hoje trava as economias desenvolvidas. Os Estados Unidos se safam em parte irrigando a economia com dólares emitidos, eles que estão protegidos do impacto de desvalorização pelo fato da moeda deles ser internacional e o impacto de impressão do papel se diluir pelo planeta afora. Mas indo além desta crise, temos a manipulação do Libor e do Euribor, lavagem de dinheiro em grande escala do HSBC, a gestão de dinheiro de evasão fiscal (20 trilhões de dólares segundo o Economist, cerca de um terço do PIB mundial) pelos 28 bancos "sistêmicamente relevantes", indo até fraudes generalizadas com cartões de crédito e semelhantes. Gar Alperovitz participa aqui de um debate no New York Times, em que se coloca o problema que vai além do "too big to fail": são grandes demais, têm vínculos políticos demasiado poderosos e extensos para que sequer sejam regulados. Manejam inclusive um volume de recursos que ultrapassa largamente a sua capacidade de gestão racional e de uso produtivo para a sociedade. As nacionalização dos gigantes financeiros mundiais, já operada com ótimos resultados em numerosos países, está colocada na ordem do dia neste debate no New York Times. Impressionante também, nos comentários de leitores, a que ponto a necessidade de mudanças estruturais de fundo no mundo financeiro está se tornando politicamente natural. (L. Dowbor)
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Tarso Genro – Constrangimento capital – janeiro – 2014, 2p.

Há um movimento construtivo em curso, no Brasil, na América Latina e outras regiões do planeta, centrado na redução das desigualdades, no resgate dos desafios ambientais, na democratização dos mecanismos econômicos, no livre acesso ao conhecimento e às informações. E há naturalmente tendências inversas poderosas, uma contraofensiva que se faz sentir no Tea Party nos EUA, no Front National na França, na estranha articulação do oligopólio da mídia comercial com setores do judiciário no Brasil, nos golpes brancos no Paraguay e em Honduras, nas tentativas de golpe na Venezuela e no Equador. A visão progressista está com os rumos certos, construtivos, e com resultados impressionantes. Contra a virulência do ódio que se espalha em diversas mídias, temos de generalizar a compreensão de um projeto humanista, decente, solidário. Incluir as pessoas e generalizar o bem estar, respeitando os limites do planeta, faz todo sentido em termos econômicos, políticos, sociais e ambientais. Temos de comunicar efetivamente estas visões. O artigo do Tarso Genro é um chamado. (L. Dowbor)
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Como as revistas Nature, Cell e Science e suas similares estão prejudicando a ciência – janeiro – 2014, 2p.

Randy Scheckman é Prêmio Nobel de Medicina. É importante o seu posicionamento claro e explícito relativamente às empresas que se colocam numa posição de intermediárias inescapáveis da produção científica, como que donas de um carimbo de respeitabilidade que conferem ou não ao cientista. Na evolução recente para sistemas abertos e colaborativos de pesquisa científica, gigantes como a Elsevier e outros se transformaram em vetores de travamento, controle e de aumento de custos. O próprio sistema de peer-review está sendo substituído pelo open peer-review. Democratizar a ciência é vital.(L. Dowbor)
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As Sea Ice Shrinks, Arctic Shipping Options Expand – dezembro – 2013, 2p.

Lester Brown, do Earth Policy Institute, fornece regularmente estatísticas muito confiáveis sobre sustentabilidade. Aqui constatamos (veja gráfico) o ritmo extremamente acelerado do derretimento da cobertura de gelo na região do Ártico. O lado positivo é a abertura para a navegação dos rotas que ficam no norte do Canadá e no norte da Russia. Mas a redução da cobertura de gelo leva a uma maior absorção de calor pela água, e o transporte pelas rotas polares leva mais carvão e combustíveis fósseis. A mudança climática fica potencializada. (L. Dowbor)
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Polônia autorizou tortura no seu território – dezembro – 2013, 2p.

Uma vergonha para a Polônia: autorizar tortura no seu território, e por uma potência estrangeira. Os Estados Unidos exportam a tortura, o que permite manter aparências de legalidade no território americano. O governo de direita polones ter autorizado isto é escandaloso. Pensar que ficaria secreto é burrice política. E fazer coisas que precisam ser mantidas secretas, por serem ilegais e contrarias aos direitos humanos, é inaceitavel. Outros países também autorizaram, o que não é desculpa.(L. Dowbor)
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George Monbiot – Neonicotinoides: que são e como podem afetar você – Setembro – 2013, 2p.

Os neonicotinoides, recentemente proibidos na Europa, têm impacto direto sobre a vida das abelhas, levando em particular ao colapso mundial das colmeias. Não se sabe bem como o processe se dá, o agrotóxico interage com outros mecanismos. Aqui Monbiot traz uma nota importante sobre os impactos. Sobre as abelhas, ver o excelente documentário "Mais que Mel". (L. Dowbor)
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