Artigos recebidos

Reforma Política – Carta Maior – vários autores – maio – 2015, 28 p.

Carta Maior organizou uma pequena coletânea extremamente útil para entender os desafios da reforma política, que está na ordem do dia. O Brasil chega a uma encruzilhada, com um travamento político bastante evidente promovido por bancadas corporativas que dominam o legislativo através do simples financiamento de candidatos, com a politização e midiatização absurda do judiciário, a deformação dos sistemas de informação pela grande mídia comercial - e não há democracia que funcione com uma população desinformada - além de personagens impressionantes orquestrando uma paralisia política nos moldes do Tea Party da direita americana. Os grandes avanços que conquistamos nas últimas décadas estão em perigo. Artigos curtos e bem documentados. (L. Dowbor.)
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Nabil Bonduki – Entrevista para Página 22 (Amália Safatle e Magali Cabral) – maio – 2015, 3p.

São Paulo, que já foi "a cidade que mais cresce no mundo", atingiu um ponto de equilíbrio demográfico. Agora já não é mais "crescer", e sim colocar ordem na casa, reduzir as desigualdades, criar sistemas de mobilidade decentes, enfrentar a contaminação dos rios, enfim, gerar uma cidade mais civilizada e com qualidade de vida. Nabil Bonduki contribuiu muito com a construção desta nova visão e das soluções práticas correspondentes. (L. Dowbor)
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A reforma tributária – abril – 2014, 7p.

A reforma tributária é indispensável ao país. Temos um sistema profundamente deformado, que onera os pobres mais que os ricos, as atividades produtivas mais do que as especulativas, o consumo mais do que a renda, afora isentar praticamente o acúmulo de patrimônio dos muito ricos. Precisa ser socialmente mais justo, burocraticamente mais simples, e estimular a economia em vez de travá-la. Não é o "quanto" pagamos que é significativo, e sim "quem" paga e segundo que tipo de atividade. Esta proposta de Odilon Guedes e uma equipe do Conselho Regional de Economia de São Paulo é uma contribuição importante. (L.Dowbor)
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Gar Alperovitz e outros – The Next System – March 2015, 21p.

As tensões sistêmicas estão se aprofundando. Envolvem os dramas ambientais (água, solo, clima, biodiversidade...) e sociais (fome, emprego, desigualdade, violência), bem como o absurdo dos recursos servirem a especulação financeira em vez de responder aos desafios. Iniciativa importante de Gar Alperovitz, Gus Speth, Jeffrey Sachs, Robert Reich e muitos outros de lançar uma plataforma de construção de uma alternativa sistêmica. Segundo os organizadores, "Today’s political economic system is not programmed to secure the wellbeing of people, place and planet. Instead, its priorities are corporate profits, the growth of GDP, and the projection of national power. If we are to address the manifold challenges we face in a serious way, we need to think through and then build a new political economy that takes us beyond the current system that is failing all around us. However difficult the task, however long it may take, systemic problems require systemic solutions." (L.Dowbor)
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Igor Carvalho e Glauco Faria – Para onde vai a economia? – março – 2015, 1p.

Amir Khair, João Sicsú, Ladislau Dowbor, Leda Paulani e Paul Singer analisam o atual cenário econômico e apontam alternativas para que o Brasil possa contornar o quadro recessivo mantendo os níveis de emprego e renda. (L. Dowbor)
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Stanisław Baranski – Bolsa Família: Brazylijski program walki z ubóstwem w doświadczeniu jego beneficjentów – Uniwersytet Warszawski – 03/2015, 19 str.

Udział w PBF (Programa Bolsa Família) ma stanowić dodatkowy bodziec do wysyłania dzieci z biednych rodzin do szkół i na badania lekarskie, dzięki czemu wzrasta kapitał ludzki — w tym zakresie program oferuje beneficjentom wędkę. Ten prosty brazylijski pomysł stwarza niewykorzystywane dotychczas w tej skali możliwości walki z ubóstwem i społecznym wykluczeniem. Bolsa Família nie tylko poprawia bieżącą sytuację finansową ubogich gospodarstw domowych w Brazylii, ale także ogranicza zakres „biedy przyszłości” przez narzucanie beneficjentom programu zobowiązań w zakresie edukacji, zdrowia i opieki społecznej. (L. Dowbor)
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Sustainable development goals: changing the world in 17 steps – jan – 2015, 35p.

O Guardian organizou um resumo muito útil dos temas em discussão para a construção dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS). O documento apresenta de maneira muito didática os 17 eixos que darão continuidade aos objetivos do milênio (ODM) que encerram uma etapa agora em 2015. Acho que é um documento de referência muito importante, e sucinto, são 46 páginas pela opção gráfica, mas devem ser umas 20 de texto que estamos acostumados a ler em artigos. O texto está em inglês. Há também um mini-resumo de 4 páginas, para ver o essencial. Trata-se da nossa sobrevivência, realmente não é secundário. ( L.Dowbor)
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Oxfam report – Wealth: Having it all and wanting more – jan – 2015, 12p.

O relatório Oxfam-UK sobre a desigualdade apresentado no Fórum Social Mundial em Davos mostra uma evolução negativa dos dados já muito dramáticos do relatório anterior, Working for the Few. A parte da riqueza mundial nas mãos do 1% mais ricos subiu de 44% para 48% entre 2009 e 2014. Agora 80 pessoas detêm mais riqueza acumulada do que os 3,5 bilhões de pessoas na base mais pobre da sociedade (para uma população mundial da ordem de 7 bilhões). Este sistema está implodindo. Muitos países estão se tornando desgovernados. Os pobres já não são os resignados de antigamente. Muitos países enfrentam um desemprego de jovens superior a 30%, perdidos no mundo. As fortunas foram essencialmente acumuladas (e em expansão) não por atividades produtivas, mas por especulação financeira. O grande eixo propositivo que se torna evidente, é a necessidade destes recursos passarem a servir o equilíbrio ambiental e social indispensável à nossa sobrevivência. O fato da Oxfam apresentar formalmente o relatório em Davos é significativo. A compreensão do tamanho do drama está se generalizando. O documento, de 12 páginas, está disponível em inglês, francês e espanhol. (L. Dowbor)
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Amartya Sen – Universal healthcare: the affordable dream – janeiro – 2015, 5p.

Importante artigo de Amartya Sen sobre as vantagens da saúde pública universal. O prêmio Nobel mostra que o acesso não só apresenta maior eficiência com menores custos, como melhora a produtividade econômica. Saúde não é "gasto", é investimento nas pessoas, além de uma finalidade em si em termos de qualidade de vida. O artigo merece ser traduzido e difundido, inclusive pela visibilidade mundial do autor. Aqui em inglês. (L. Dowbor)
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Feranando Rodrigues – Operação de bancos reduz impostos em R$ 200 mi – nov – 2014, 2p.

Não há nada de novo em dizer que o nosso sistema de intermediação financeira recorre a paraísos fiscais para evitar de pagar impostos. O que é novo é a comprovação documentada, com originais publicados pela ICIJ, (Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo), no paraíso fiscal que é Luxemburgo. Levanta-se aqui a ponta do tapete, mas ajuda a entender como funciona o sistema. O artigo é da Folha de São Paulo, por Fernando Rodrigues. (L. Dowbor)
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“A reforma agrária é, além de uma necessidade política, uma obrigação moral” – novembro – 2014, 5p.

Este contato com os movimentos sociais e a tomada de posição do Papa, independentemente das crenças, constitui um fato político e uma abertura importante que precisamos conhecer. Toca os temas mais cruciais. (L. Dowbor)
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Oxfam – Equilibre o jogo! É hora de acabar com a desigualdade extrema – novembro – 2014, 38p.

Mais um excelente relatório da Oxfam, em português, sobre a desigualdade, esta principal praga das nossas sociedades. Muito bons dados, inclusive sobre Brasil (na p. 21). Impressionante o gráfico que mostra o declínio universal da remuneração do trabalho, com exceções como o Brasil. ( L. Dowbor)
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Leonardo Boff – O sentido de uma bioeconomia ou de um ecodesenvolvimento – outubro – 2014, 2p.

As atuais eleições presidenciais trouxeram à tona novamente a questão do desenvolvimento, tema clássico da macroeconomia mundializada. Temas de absoluta gravidade como as ameaças que pesam sobre a vida e a nossa civilização que podem ser destruídas seja pela máquina nuclear, química e biológica, seja pelo aquecimento crescente, eventualmente abrupto, como aventam muitos cientistas que destruiria grande parte da vida que conhecemos e que poria em risco a própria espécie humana, sequer foram referidos, seja por ignorância, seja porque os candidatos se dariam conta de que teriam que mudar tudo.
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Ricardo Bielschowsky – O modelo de desenvolvimento proposto por Lula e Dilma – setembro – 2014, 2p.

Bielschovsky, da Unicamp, juntou os principais números da evolução do Brasil nos últimos anos. Síntese feliz e confiável, uma boa ferramenta para todos nós. O bom senso ajuda, o ódio cega. (L. Dowbor)
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Amália Safatle – Feliz foi Adão, que não teve sogra nem caminhão – agosto – 2014, 5p.

Amalia Safatle apresenta na "Página 22" a discussão sobre o PIB e a sua utilidade para medirmos os nossos resultados. Juntando notas de Eduardo Gianetti, Ricardo Abramovay, Susan Andrews, Ladislau Dowbor e outros, lembra o básico: o aumento da renda só melhora o bem estar quando estamos privados do básico. Um pouco de conforto também ajuda. Mas a partir daí, temos de buscar FIB, Felicidade Interna Bruta, e coisas mais sofisticadas do que mais consumo material. (L. Dowbor)
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