Davos discutiu abertamente a evasão fiscal, hoje gigantesca, em grande parte organizada por bancos, e diretamente ligada à corrupção. A frase de Bruno Lemaire, ministro francês de finanças, chama a atenção: “Quanto maior é a corporação, menos impostos paga: isso não é aceitável”, lembrando que esses grupos pagam algo como 0,02% sobre os seus lucros. Na era do dinheiro digital e da globalização, como cobrar? Eu, professor, pago 27,5%, os bilionários estão isentos. O debate é em inglês, mas muito compreensível, e o conteúdo é excelente, em particular sobre a busca de um acordo internacional para frear a sangria.