“Aumentar a exclusão num país onde o eixo crítico estrutural é a desigualdade é muito mais que injusto, é burro. O que funciona é orientar a economia para o bem-estar da população. Isso não é populismo, é democracia econômica. O que os agentes efetivamente produtivos no país precisam não é mais discurso ideológico liberal ou neoliberal, é uma demanda forte e crédito barato. Ou seja, retomar as políticas sociais e os investimentos e reorientar o sistema financeiro para que fomente a economia, em vez de drená-la”.

Acesse a íntegra do Jornal dos Economistas e o artigo de Dowbor “Economia para quem?” (páginas 3 a 5) em: http://www.corecon-rj.org.br/anexos/C438DD81CD1E48A31B7EDFEAD2F88AD2.pdf