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Dissertação de mestrado em Economia Política, orientada por Rosa Maria Marques, junho de 2010, PUC-SP. Banca composta por Francisco Fonseca (FGV) e Ladislau Dowbor. Contato gv.araujo@terra.com.br

 

A reformulação das contas está realmente na crista da onda das pesquisas. O recente estudo de Joseph Stiglitz, Amartya Sen e Jean Paul Fitoussi, a pedido do presidente Sarkozy da França, apenas deu uma visibilidade mundial a uma discussão cada vez mais ampla. Não é  mais possível que a nossa principal conta, o PIB, seja uma conta errada. Todos hoje se dão conta de que crescimento econômico é uma visão distorcida, que precisamos evoluir para uma visão de desenvolvimento econômico, incluindo portanto os dados de esgotamento de recursos, de impactos sociais e ambientais. Mas a realidade é que falamos em desenvolvimento, e o que continuamos a medir é crescimento.

 

Guilherme apresenta uma boa resenha da evolução metodológica recente do aspecto mais frágil das nossas contas, que é a contabilidade ambiental. Bem escrito e claro, sem complicações numéricas inúteis, mostra sucessivamente os grandes momentos do surgimento da consciência ambiental e as dimensões do desenvolvimento sustentável, para depois apresentar as fragilidades da conta PIB, e finalmente entra de forma detalhada em algumas das principais metodologias de medição da sustentabilidade, como a “pegada ecológica”, “poupança genuina” (Banco Mundial) e semelhantes. Um excelente instrumento de trabalho para quem quer ter uma visão mais atualizada dos processos econômicos. O contato é com Guilherme gv.araujo@terra.com.br ou na bilbioteca da PUC-SP provavelmente a partir de agosto.

Autor: Guilherme Vasconcelos de Araújo